Capítulo 11
Natureza. O Estado temeu as Pessoas. Natureza e as Pessoas--esses
senhas de Ciência moderna e Liberdade moderna--já era no
lábios dos filósofos.
Era uma filosofia armada, errante, exilada; uma filosofia em cadeias e
solitário; a guerra com sociedade, autoridade, opinião,; ego-contínuo por
a presciência de último triunfo, e invencível pelo completamente
força de convicção apaixonada. Os homens de quem que eu falo estavam conscientes
de Pariahdom, e ansioso ser martirizado na causa gloriosa. 'Um mesmo
Proteus é o filósofo', diz Pomponazzo: 'buscando penetrar o
segredos de Deus, ele é consumido com cuidados incessantes; ele esquece
tenha sede, ter fome, dormir, comer,; ele é zombado de todos os homens; ele é
segurado para uma pessoa tola e irreligiosa; ele é perseguido por
inquisidores; ele se torna um contemplar-ação ao povo comum. Estes são
os ganhos do filósofo; estes são o guerdon dele. As palavras de Pomponazzo
era profético. Dos cinco filósofos quem eu mencionei, era Vanini
queimado como um ateu, o Bruno estava queimado, e Campanella foi prendido
durante um quarto de um século. Bruno e Campanella eram dominicanos
frades. Bruno foi perseguido pela Igreja, e queimado para heresia.
Campanella foi perseguido através de Igreja e foi Declarado, e foi prendido
no custo dobro de sedição e heresia. Animarum de _Dormitantium
excubitor_ era o ego-determinado título de Bruno. Tacebo_ de _Nunquam era o
lema de favourite de Campanella.
Giovanni Domenico Campanella nasceu no ano 1568 a Stilo dentro
Calábria, um dos distritos municipais mais sulistas de toda a Itália. Em seu
juventude que ele mostrou para uma faculdade notável por adquirir e reter
conhecimento, junto com nenhuma habilidade de dialectical pequena. O agudo dele
interesse em filosofia e a admiração dele para o grande dominicano
os doutores, Thomas Aquinas e Albertus Magnus, o induziram à idade de
quinze entrar na ordem de S. Dominic, trocando o nome secular dele,
para Tommaso. Mas a aliança velha entre filosofia e ortodoxia,