Capítulo 20
o despertado a um mais esforço a fuga, mas ele sentia que havia nenhum
uso. Ele estava muito fundo.
Algo feriu os olhos dele. Ele os abriu e durante um tempo foi encoberto por um
cabo estreito, de luz solar que descansa na face dele. Com um esforço moveu ele
a cabeça dele para um lado e fechado os olhos dele novamente, no princípio meramente grato
que ele tinha escapado do inferno preto, enquanto tentando controlar o seu
sensações de mal físico. Curiosidade sutil forçou seu modo em seu
cérebro doente e o picou largo desperte. Este tempo os olhos dele permaneceram abertos,
fitando sobre ele, dilatando com um medo mais selvagem que ele tinha experimentado
nos labirintos escuros da aventura de pesadelo dele.
Ele nunca tinha visto este lugar antes. Ele se deita no chão de um vazio
quarto. O cabo de luz solar que tinha o despertado entrou por uma racha
em um das cortinas firmemente tiradas. Havia pó e encarde no
lamúrias, e teias de aranha cresceram em cachos nos cantos.
No quarto silencioso, deserto a batida do coração dele ficou audível. Ele
lutado a uma postura sentando. Ele ofegou. Ele soube que era mesmo
frio em aqui, mas transpiração umedeceu a face dele. Ele poderia recordar nenhum
tal sofrimento como isto desde, quando um menino, ele tinha deslizado da crise
de uma febre destrutiva.
Ele tinha sido drogado? Mas ele tinha estado com amigos. Havia nenhum motivo.
Que casa era isto? Era, como este quarto, vazio e deserto? Como teve
ele vem aqui? Pela primeira vez ele passou por aquele processo terrível de
tentando tirar da cova preta recordações úteis.
Ele começou, enquanto recordando a voz estranha e sua advertência, para os sapatos dele,
se deite próximo por como se ele poderia os ter derrubado negligentemente quando ele teve
entrado no quarto e se estirou no chão. Terra úmida aderiu
para as solas. O couro sobre foi arranhado.
"Então", ele pensou, "tanto é certo. Eu estava nos bosques. O que fui eu
fazendo lá? Aquela figura escura! Minha imaginação."