Capítulo 24
Caso mais esquisito que eu alguma vez controlei. O que pensa você?"
Nas próprias orelhas dele soou a voz de Bobby tão remoto e irreal quanto teve
pela negridão ontem à noite.
"Por que você fala comigo assim?"
"Porque eu lhe falo que eu estou no caso, e eu o quero virar aproximadamente e ir
diretamente para os Cedros."
"Isto é--absurdo. Você quer dizer você suspeita--Você está me colocando debaixo de apreensão?"
O sorriso direto do detetive devolveu.
"Como nós tiramos conclusões precipitadas! Eu estou lhe dizendo simplesmente que não me aborreça
com perguntas. Eu estou lhe dizendo que vá diretamente para os Cedros onde
você ficará. Entenda? Você ficará lá até que lhe querem--Até
lhe querem."
A repetição impiedosa se conformou isto com Bobby. Ele soube que seria
perigoso falar ou discutir. Além disso, ele almejou uma oportunidade para
pense, sondar mais longe na cova preta. Ele virou e caminhou fora.
Quando ele chegou às últimas casas que ele olhou atrás. O detetive
permaneceu no meio da estrada, enquanto fitando depois dele com isso
diretamente e sorriso satisfeito.
Bobby caminhou em, as mãos tremendo dele apertaram firmemente, enquanto murmurando
ele:
"Eu tenho que se lembrar. Deus bom! Eu tenho que se lembrar. É o único modo
Eu já posso saber ele não tem razão, que eu não sou um assassino."
CAPÍTULO II
O CASO CONTRA POLICIAL
Bobby se apressou abaixo a estrada na direção dos Cedros. Sempre ele
tentado recordar o que tinha acontecido durante essas horas pretas desesperadamente
ontem à noite e esta manhã antes de ele tivesse despertado na casa vazia
se aproxime o casa do avô dele. Tudo aquilo permanecido era a sensação dele de
viaje em um veículo rápido, a impressão dele de se levantar na floresta próximo,
os Cedros, o olhar rápido dele da figura mascarada que ele tinha chamado o seu,
consciência, o eco no cérebro dele de um sonhar-como declaração de voz: "Se vá
seus sapatos e os leva em sua mão. Sempre faça isso. É o único