Capítulo 3
"Você não é justo, Tio."
Com um movimento inesperado, quase selvagem, ele a empurrou aparte e
começado para a porta.
"Tio!" ela chorou. "Me fale! Você me tem que falar! O que o faz amedrontado?"
Ele virou à porta. Ele não respondeu. Ela riu febrilmente.
"Isto--isto o Bobby não é você medo tem de?"
"Você e Bobby", ele murmurou, "é mais grosso que os ladrões."
Ela tremeu a cabeça dela.
"O Bobby e eu", ela disse wistfully, não "é amigos muito bons, em grande parte,
por causa desta vida está conduzindo ele."
Ele saiu em do quarto, resmungando incoherently novamente.
Ela retomou a vigília dela, incapaz ler por causa do misgivings dela, fitando,
no fogo, começando a uma rajada mais severa de vento ou qualquer desacostumado
som. E por muito tempo lá batida contra o cérebro dela o arrastando,
passo minucioso do tio dela. Sua cessação aproximadamente onze horas
aumentado a intranqüilidade dela. Ele tinha tido tanto medo! Já suponha o
coisa que ele tinha temido tinha o colhido? Ela escutou atentamente. Até mesmo então
ela parecia sentir os passos sem som de desastre que vagueia dentro o
se deteriorado casa, e procurando, também.
Um desejo mórbido para se satisfazer que o silêncio do tio dela significou
nada rebanho mau o dela escada acima. Ela se levantou no corredor principal quadrado ao
cabeça dos degraus, escutando. O porta de quarto do tio dela secular diretamente
à frente. Ao direito dela e esquerda corredores estreitos conduziram às asas. O quarto dela
e Bobby e um quarto de hóspedes esteja na asa da mão direita. O oposto
corredor raramente era usado, para a asa à esquerda era a porção mais velha
da casa, e na marcha de anos tinham juntado muitos lendas
sobre isto. O quarto grande estava lá com seu corredor privado além, e um
estreite, escadaria inclusa, descendo à biblioteca. Originalmente teve
sido o costume para a cabeça da família usar aquele quarto. Seu ancião
mobília ainda enfraqueceu dentro de paredes manchadas. Por muitos anos ninguém teve