Capítulo 34
céu se qualquer um deveria matar o homem velho, lugar tudo isso dinheiro em minhas mãos,
e ao mesmo tempo me envia à cadeira elétrica? Não faça você vê como
absurdo é outro aquele Carlos, Maria, ou qualquer um deveriam ter tido uma mão
nisto? Não havia nada para eles ganharem da morte dele. Eu pensei
e pensamento em tal circula até que quase me convencem da lógica de
minha culpa."
Ele retirou a cortina mais distante e contemplou pelo tribunal no quarto
onde o avô dele morto secular. Um das duas janelas do quarto era um
pouco elevou, mas as cortinas eram próximo tiradas.
"Eu o" odiei, ele meditou. "Há isso. Desde então eu posso me lembrar ele
feito coisas para me fazer o menosprezar. Tenha--o tenha o visto?"
Graham acernar com a cabeça.
"Howells me alojou. Ele parecia perfeitamente normal--não uma marca."
"Eu não quero o" ver, o Bobby disse.
Ele se retirou da janela, enquanto apontando. O detetive, Howells, teve
passeado no tribunal. As mãos dele penduraram aos lados dele. Eles não balançaram
como caminhou ele. Os lábios dele estavam esticados naquele sorriso magro, direto. Ele
pausou pela fonte, enquanto olhando ansiosamente para baixo para um momento. Então ele
vindo e entrou na casa.
"Ele estará inquieto", o Graham disse, "até que o juiz investigador de morte suspeita vem, e prova ou
contesta a teoria dele de assassinato. Se ele o questionar, você diria melhor
nada para o presente. Do ponto de vista dele o do que você se lembra de último
noite só seria prejudicial."
"Eu quero que ele me deixe só", o Bobby disse. "Se ele não me prende eu
não o terá me tiranizando."
Jenkins bateu e entrou. O mordomo velho era tão branco-enfrentado quanto o Bobby,
mais trêmulo.
"O policial, senhor! Ele está lhe pedindo."
"Lhe fale eu não desejo o ver."
O detetive, ele, pisou da obscuridade do corredor, enquanto sorrindo
o sorriso esquisito dele.
"Ah! Você está aqui, Sr. Blackburn! Eu gostaria de uma palavra com você."
Ele virou ao Graham e Jenkins.