Capítulo 36
Bobby, com um sentimento de desconforto, pulado em parte do escuro
passagem, pausou antes da porta o avô dele tinha tido o
capricho irresponsável de entrar ontem à noite. O detetive levou uma chave de
o bolso dele e inseriu isto na fechadura.
"Tido alguma dificuldade que conserta a fechadura esta manhã", ele disse. "Isso
da mesma categoria, Jenkins, entrou com uma mão pesada--uma transação boa mais pesado que
quem estava aqui antes dele."
Ele abriu a porta.
"Caso mais esquisito que eu alguma vez vi", ele resmungou. "Pise dentro, Sr. Blackburn."
Por causa das cortinas tiradas o quarto era quase tão escuro quanto o corredor.
Bobby entrou lentamente, os nervos dele esticado. Contra a mais distante parede a cama
estava como uma sombra enorme, sem forma.
"Fique onde você é", o detetive advertiu, "até que eu lhe dou mais luz.
Você sabe, eu não quereria que você tocasse qualquer coisa, porque o quarto é
exatamente como era quando ele foi assassinado!"
Bobby experimentou um impulso rápido para estrangular a palavra brutal dentro o
a garganta de detetive. Mas ele ficava parado enquanto o homem foi o
agência, golpeou uma partida, e aplicou isto a uma vela. O pavio queimou
relutantemente. Chamejou no vento do que deslizou além da cortina
a janela aberta.
"Venha aqui", o detetive comandou asperamente.
Bobby se arrastou adiante até que ele se levantou ao pé do
cama de quatro-cartaz. O detetive ergueu a vela e segurou isto abaixo
o pálio.
"Você olha tudo que você quer agora, Sr. Robert Blackburn", que ele disse severamente.
Bobby conquistou o desejo para fechar os olhos dele, recusar obedecer. Ele
encarado o avô dele, e um sentimento de maravilha cresceu nele. Para
Silas Blackburn descansou pacificamente na grande cama. Os olhos dele estavam fechados.
As sobrancelhas cinzas grossas já não foram juntadas na carranca muito familiar para
Bobby. A face com sua barba cinza não reteve nenhum medo, nenhum registro de um
grande choque.
Bobby olhou ao detetive que se agachou a cama que o assiste fora de