Capítulo 91
premonições, o Bobby entrou no corredor. Em vez de iluminar o
passagem estreita a vela parecia meio sufocado por sua negridão. Para o
primeiro tempo na memória dele o Bobby enfrentou a entrada do quarto sinistro
só. Ele empurrou aberto a porta quebrada. Ele pausou no limiar. Isto
não o impressionou como antinatural que ele deveria experimentar tal misgivings.
Eles não pularam só do fato que dentro de vinte e quatro horas dois homens
tinha morrido inexplicavelmente dentro destas paredes enfraquecidas. Nem fez a evidência
apontando completamente à própria culpa inconsciente dele conta para eles. Ao
fundo de tudo era o fato que da infância mais cedo dele teve ele
olhado no quarto como consagrado a morte; tinha temido isto por conseguinte;
tido, ele recordou, sempre se apressou além do corredor de disused que conduz dentro seu
direção.
Por seus espaços largos penetrou a luz da vela escassamente. Não
mais que um brilho indefinido empurrou a obscuridade atrás e esboçou
a cama. Ele apenas poderia ver lá a forma totalmente, preta estendido.
O quarto escuro, vasto, como avançou ele, impôs nele um senso de
isolamento. Katherine no corredor superior, os outros escada abaixo, de quem
vozes já não o localizaram, parecia tudo de uma vez longe. Ele estava de pé dentro um
coloque lonelier e mais remoto que o pedaço de bosques onde ele teve
momentaneamente aberto os olhos dele ontem à noite; e, em vez do puxar
árvores e a figura na máscara preta que ele tinha chamado o seu
consciência, ele teve para movimento e companhia só o bamboleio do
cortinas na brisa da janela aberta e a escuridão, coisa prostrada
de quem face como ele foi mais íntimo estava como uma máscara branca--uma máscara com um fixo
e zombaria malévola.
O vento pegou a chama da vela, enquanto fazendo isto chamejar. Tênue
sombras começaram para dançar pelas paredes. Ele pausou com um apertar
garganta, para a forma na cama parecia movendo, também, com astuto e escassamente
gestos perceptíveis. Então ele entendeu. Era o efeito do