Capítulo 93
e terminado, segurou a vida dele.
Na luz da vela a face parecia viva e mais ameaçando que
alguma vez tinha feito em vida. Sobre o sorriso direto era um mais largo, mais
qualidade triunfante.
A vela chamejou nitidamente. Expirou. A negridão conquistando levou
a respiração dele.
Ele se falou era o desenho da janela que era forte, mas
a companhia da noite era mais íntima e mais numerosa. A escuridão
se engrinaldado em escarnecer e corpos tortuosos cujas faces eram escondidas.
Em uma agonia de revolta contra este incorpóreo, estes horrores fantásticos,
ele alcançou no bolso.
Ele pulou atrás com um sufocou, grito inaudível, para a coisa morta em baixo de
a mão dele estava mexendo. O morto, coisa fria com um desfalecido e impossível
reprove, moveu em baixo do toque dele. E o bolso que ele tinha sentido estava vazio.
O casaco, inchando um momento atrás e desajeitado, era plano. Lá pulado
a mente dele o furioso pensou que o detetive, malévolo em vida, teve muito tempo
depois que morte arrebatou da mão dele a evidência, cuidadosamente juntou, em
o qual tudo para ele dependeu.
CAPÍTULO V
O CHORANDO PELOS BOSQUES
A inabilidade de Bobby para clamar só preveniu o alarmando os outros dele e
anunciando a Paredes e Doutor Groom a presença ilegal dele no quarto.
Durante o momento que o choque o segurou, silencioso, imóvel, curvado em
a escuridão sobre a cama, ele entendeu poderia ter havido nenhum
ambigüidade sobre a experiência horrível e repugnante dele. O detetive morto
tinha alterado a posição dele como Silas Blackburn tinha feito, e este tempo
alguém tinha estado no quarto e tinha sofrido a mudança apavorante. Bobby
dedos acalmam respondido ao charnel que sente de resfriado, carne inativa,
de repente fique vivo e potente em baixo do toque dele. E uma razão para o
milagre aparente se ofereceu. Entre a extinção da vela dele e
o começo daquele movimento!--só um segundo ou assim--a evidência teve
desaparecido do bolso do detetive.