Capítulo 55
nós damos um pequeno passeio, meu querido?" ela sugeriu. "Eu não sinto como
ainda sentando agora mesmo--nor"--ela olhou para baixo nos olhos de Sylvia--"nem
ainda goste de enlatar tomates,"
Aquele passeio, o último levado com Tia Victoria, se tornou um de
As recordações de Sylvia, embora ela nunca teve uma lembrança vívida disso que
eles viram durante a perambulação lenta deles/delas. Era só Tia Victoria quem o
pequena menina se lembrou--Tia Victoria que move como uma deusa em cima do deles/delas
caminhos ásperos e debaixo da glória variável das folhas de outono. Ela
ela era uma glória mais luminosa, com ela lustrando cabelo loiro coroado por
um halo de plumagens emplumadas, ouro-coloridas, o macio, bom, flexível
tecido fino dos artigos de vestuário dela vislumbrando no sol com um brilho como
o do casaco de um animal bem tratado. Lá tomado fôlego de todos sua pessoa
um odor lânguido de graça e violetas e lazer sem pressa.
Sylvia se se pegar a perto do lado dela, enquanto levando dentro por todos seus poros isto
emanação adorável, não notando se eles estavam falando ou não, não
atendendo a a direção dos passos deles/delas. Ela foi surpreendida para achar totalmente
ela no campus Universitário, em frente ao Edifício Principal. Tia
Victoria nunca tinha caminhado tão longe antes. "Oh, você quis ver
Pai?" ela perguntou, enquanto vindo um pequeno a ela.
Sra. Marshall-Smith disse, como se em resposta, "Há pouco se sente aqui e
espere por mim um minuto, o, Sylvia, vá?" promovendo os passos logo após
e desaparecendo pela porta da frente larga. Sylvia recaiu em
os devaneios dela e, imóvel em uma piscina de luz solar, esperou, totalmente
inconsciente da passagem de tempo.
Este devaneio longo estava afinal quebrado pelo retorno de Sra.
Marshall-Smith. Ela não estava só, mas o homem jovem brilhante que
caminhado ao lado dela não era o irmão dela, e nada poderia ter
diferido mais do olhar brilhantemente duro que Professor Marshall