Capítulo 70
[De < itálico > Helden-Geschichte < itálico de fim > (i. 420-424), & c.]
Esta é a Verdade Prosaica dessas cinqüenta ou oito-e-quarenta horas dentro
Strasburg que era assim mythic e romântico naquele momento.
Deva nós aplicamos agora novamente ao Doggerel Real, onde nós partimos fora,
e vê o outro lado do quadro? Uma vez se instalado O Corvo,
dentro das paredes de Strasburg, continua o Doggerel:--
"Você imagina bem que havia algo agora que exercitar meu
curiosidade; e que desejo eu tive que saber a Nação francesa dentro
A própria França.
Lá eu vi a comprimento esse francês,
De quem você cantou as glórias;
Umas pessoas menosprezadas pelo inglês,
Quem a racionalidade triste deles/delas enche de bílis preta;
Esse francês quem nossos alemão
Considere tudo para ser destituídos de senso;
Esse francês cuja História consiste de Amor-história,
Eu quero dizer o tipo vagante de Amor, não a constante,;
Tolo isto Pessoas, apressadamente, que alto-vão,
Que canta além de resistência;
Alto em sua fortuna boa, rastejando dentro seu ruim;
De uma extensão de unpitying de murmúrio,
Esconder a vacância de sua mente ignorante.
Do Insignificante é um amante tenro;
A posse de objetos pegados só Insignificante de seu cérebro.
Pessoas descuidado, indiscreto, imprudente,
Virando como o weathercock a todo vento.
Das idades do Caesars essa do Louises são a sombra;
Paris é a fantasma, de Roma, leve como você vai.
Não, desse francês vil você não é nenhum:
Você pensa; eles não pensam nada.
La je vis enfin ces Francais
Dont vous avez chante la gloire;
Meprise de Peuple' des Anglais,
Que leur triste raison remplit de bílis noire;
Ces Francais, nos de que Allemands
Pensent tous prives de bon sens;
Ces Francais, faça nt l'amour pourrait dicter l'histoire,
Je dis l'amour volage, et non l'amour constante,;
Ce peuple fou, galant de et rude,,
Insupportable de Chansonnier,
Superbe en sa fortuna, malheur de filho de en excessivo,
D'un bavardage impitoyable,
Verta cacher le creux d'un espírito ignorante,