Capítulo 59
Um que vem falar com thee?
CHRYSANTHUS.
Ver um que pensa tão pobremente
Dela, e com tal leveza
Possui ela vem falar comigo,
Preferiria parecer ser
Queira de senso que de cortesia.
NISIDA.
Todo o discurso não é tão leve
Que tu need'st recusam isto assim.
CHRYSANTHUS.
Não, eu não verei thee, não.
Assim eu fechei thee de minha visão.
NISIDA.
Vaidosamente arte tu frio e sábio,
Outros sensos tu medo de shouldst,
Desde que eu entro pela orelha,
Embora tu me feche dos olhos.
Canta.
"A êxtase de bless`ed de esquecer
Nunca doth meu coração merece,
O que minha memória preservaria
É a memória eu 'm lamentando."
CHRYSANTHUS.
Aquela voz de derretimento, aquela melodia,
Feitiço-salto segura th' alma de entranc`ed.
Ah! de tal controle divino
Quem a alma acorrentada dele poderia livrar?--
Sirena humana, me deixe, vá!
Muito bem eu sinto seu poder fatal.
Eu desfaleço antes disto como uma flor
Por morno-ventos galanteados no brilho de noontide.
Os lábios íntimo-apertados que a boca pode fechar,
E assim reprime a resposta vã,
A tampa pode ocultar th' olho pouco disposto
De tudo aquilo pode ofender e pode chocar,--
Doth de natureza parecem um muquirana aqui,
Unequally o presentes dispondo dela,
Para nenhum meios instintivo de fechar
Ela dá a orelha desprotegida.
(Entre em Cynthia.)
CYNTHIA.
Desde então a orelha não pode ser fechada,
E tu need'st de resistência não tentam,
Escute o lustro que eu
Nesta doce vaidade composta:
"A êxtase de bless`ed de esquecer
Nunca doth meu coração merece;
O que minha memória preservaria
É a memória eu 'm lamentando."
Quando Natureza do nulo obscureça
O mundo variado dela para vida desperta,
Todas as coisas acham uso e assim suporta:--
Assim ela um veneno nunca faz
Sem sua cura correspondendo:
Cada coisa da colocação cuidadosa de Natureza,
Cada planta que cresce em campo ou arvoredo
Hath adquiriu sua flor oposta ou erva daninha;
A cura está com a dor decretada;
Assim também é achado para amor febril
'A êxtase de bless`ed de esquecer.'