Capítulo 10
necessário dizer que não havia nenhuma verdade na declaração que um segredo
aliança existiu entre Grã Bretanha e os Estados Unidos; que não
forma de aliança secreta era possível debaixo da Constituição desde tudo
tratados requereram o conselho e consentimento do Senado. Sr. Hay
porém, concluiu assegurando os sócios de Congresso enfaticamente
que "nenhuma aliança secreta, convenção, arranjo, ou compreensão
existe entre os Estados Unidos e qualquer outra nação."[14]
[Nota de rodapé 14: H.R., Doc. 458, 56 Cong., 1 Sess.]
Sr. McCrum se apareceu depois antes do Comitê em Relações exterior dentro o
Câmara dos deputados e declarou o lado dele do caso. Ele declarou
que enquanto a Pretoria ele teve _understood_ que o Governo britânico
estava em posse do cabo de Estados Unidos calcula mas ele era incapaz
afirmar isto de conhecimento pessoal. Ele fundou a convicção dele, ele disse,
no fato que quando no dia 6 de novembro ele teve cabled por via de Durban para
o Departamento que pede licença o incidente tinha sido
informado para ter sido publicado nó dia seguinte em um papel de Durban,
embora ele teve cabled em cifra. Ele não pôde dizer, porém,,
se o fato da licença desejando dele foi publicado de fato em
7 de novembro, como ele não tinha visto o papel, mas tinha ouvido que o fato
tinha sido publicado. Ele afirmou que a primeira evidência atual do
abrindo do correio dele era no caso de duas cartas abertas que o localizam,
mas ele admitiu que ele não tinha informado o assunto ao Departamento.
Quando Sr. Hay mencionou o assunto a Senhor Julian Pauncefote, o britânico
Embaixador em Washington, o Governo inglês respondeu que teve nenhum
conhecimento do incidente, e deu a garantia que se tivesse
acontecido tinha estado ao contrário de instruções. Coronel Stowe depois
informado Sr. Hay que duas cartas do consulado em Cape Town, um
para Pretoria, o outro para Lorenzo Marques, tinha sido aberto pelo
censure a Durban, mas que Senhor Alfred Milner, o britânico Alto
Comissário, tinha pedido desculpas muito posteriormente.