Capítulo 2
crítica cuidadosa deste estudo durante sua preparação, e para o
sugestões úteis pelas quais ele tentou corrigir alguns de seu
deficiências óbvias, mas especialmente para a inspiração bondosa dele nada
tempos.
CONTEÚDOS.
PREFACIE
CAPÍTULO EU. A NEUTRALIDADE DOS ESTADOS UNIDOS
CAPÍTULO II. A NEUTRALIDADE DE PODERES EUROPEUS
CAPÍTULO III. CONTRABANDO DE GUERRA E PORTOS NEUTROS
CAPÍTULO IV. COMERCIANDO COM O INIMIGO
CAPÍTULO EU.
A NEUTRALIDADE DOS ESTADOS UNIDOS.
A atitude neutra assumida pelos Estados Unidos foi mantida
ao longo da guerra. Com referência para qualquer reconhecimento oficial do
Transvaal como um Estado independente aparte dos propósitos imediatos de
guerra que nenhuma ação foi levada. Esta visão da situação na África do Sul era
completamente consistente com as exigências de lei internacional, e, em
levando fora as obrigações de um neutro ao belligerents, o
posição governamental estava completamente justificada por um conhecimento do
relações nas quais tinham existido entre o Transvaal e Grã Bretanha
o passado.
Cedo em outubro, antes de guerra tinha começado de fato, era compreendido que
Sr. Pierce, o Estado Grátis Laranja cônsul-geral em Nova Iorque, tinha feito
todo esforço para induzir Presidente McKinley para pedir para outras nações para
aja com os Estados Unidos como árbitros na disputa entre o
Governos do Transvaal e Grã Bretanha, mas a amizade íntima
existindo entre a Inglaterra e os Estados Unidos e o muito amigável
atitude assumida por Grã Bretanha durante a Guerra espanhol-americana feita
tal ação impossível. O Ministério das Relações Exteriores em Washington anunciou
que no caso de guerra o Governo manteria um absolutamente
atitude neutra, e emitiu instruções cedo em outubro para tudo
Cônsuis americanos em África do Sul que os dirige afiançar proteção para
todo o neutrals dos Estados Unidos que não tinham se afiliado politicamente
com Grã Bretanha ou o Sul Repúblicas africanas, ou por