Capítulo 30
e os induzir consentir a eles."[41]
[Nota de rodapé 41: Esguichando, Tratado de Washington (1873), pág. 260. Grande
Inglaterra era oposta à aceitação deste artigo do tratado, mas
finalmente consentido a isto nas anteriores condições assinando o mútuo
acordo.]
Estas providências foram obrigadas estritamente durante a Guerra espanhol-americana,
e outros países nas declarações deles/delas definiram a atitude neutra
o qual eles assumiram.
O Governo brasileiro em sua proclamação de 29 de abril de 1898,
declarado: "A exportação de material de guerra dos portos de Brasil
para esses de qualquer um dos poderes agressivos, debaixo da bandeira brasileira,,
ou que de qualquer outra nação, é proibido absolutamente."[42] também era
mostrado isso: "Indivíduos que residem no Brasil, cidadãos ou
estrangeiros, tem que se privar de toda a participação e tem que ajudar a favor de
qualquer um do belligerents, e pode não fazer qualquer ato que poderia ser
considerado como hostil para qualquer um dos dois das duas festas e, então,
ao contrário das obrigações de neutralidade."[43] nenhum agressivo era
ser permitido promover alistamento no Brasil, não só de seu próprio
cidadãos, mas também dos cidadãos de outros países, para o propósito,
dos incorporar em suas forças de terra e mar."[44] nem mesmo
recipientes mercantis seriam permitidos pesar âncora em portos brasileiros
até permissão das autoridades de porto tinha sido concedido, e qualquer
movimentos do belligerents eram estar debaixo da supervisão do
autoridades de alfândegas com a finalidade de verificar o próprio caráter de
as coisas puseram a bordo de. [45]
[Nota de rodapé 42: Arte. IV da proclamação brasileira de neutralidade; Para.
Rel., 1898, pp. 847 ff.]
[Nota de rodapé 43: Para. Rel., 1898, pp. 847 ff., Arte. EU.]
[Nota de rodapé 44: Ibid., Arte. II.]
[Nota de rodapé 45: Ibid., Artes. XVII e III.]
O decreto de Dinamarca proibiu assuntos dinamarquês para cometer certo
ofensas enumeradas, e entre eles: "Em ou de território dinamarquês para