Capítulo 57
forças militares do Transvaal, mas a manipulação inteira do
alfândegas pareciam também não ser controladas por uma administração fraca
escrupuloso vendo que uma visão imparcial foi levada da situação.
O fracasso do Boers para atingir os fins deles/delas no campo fez mais para
melhore a eficiência da administração das alfândegas que o
protestos de Inglaterra. Parece inquestionável que os recursos do
Transvaal tinha induzido as autoridades portuguesas a Lorenzo Marques para
exiba para o Boers uma atitude que, de acordo com idéias obsoletas,
era termed neutralidade benevolente. Mas como recusaram as esperanças bôeres o
Autoridades portuguesas aumentaram a vigilância deles/delas, e no fim foi como
longe a favor da Inglaterra como tinham entrado previamente eles o benevolente deles/delas
atitude para as Repúblicas. Passageiros que chegam por alemão e outro
foram recusados navios a vapor passaportes no exemplo do cônsul britânico
onde havia uma suspeita forte que eles estavam entrando no Transvaal
para propósitos hostil a Grã Bretanha.
Também, Portugal recusou aceitar a oferta do Transvaal para avançar
a quantia requereu do Governo de Lisboa pela Arbitragem de Beirne
Prêmio. [11] O Governo português, recusando cortesmente o
ofereça, declarou que a quantia já tinha sido provida. Grã Bretanha,
que já segurou um título preventivo a Delagoa Bay, também estava pronto para
avance o dinheiro, mas foi negado este privilégio por Portugal.
[Nota de rodapé 11: Londres Times, o Ed Semanal., 20 de abril de 1900, pág., 244, col. 2.]
Em agosto, 1900, tinha ficado evidente que as esperanças bôeres de trazer
a guerra para qualquer tipo de conclusão favorável foi sentenciada a fracasso. Em
4 de agosto foram despedidos todos os funcionários de alfândegas a Lorenzo Marques e
os lugares deles/delas enchidos por oficiais militares, e uma força de doze cem
homens foram mandados sair depois de Lisboa dois dias. A fronteira portuguesa era
ponha debaixo de guarda forte e todos os refugiados bôeres que chegaram foi chamado