Capítulo 58
antes do Governador e advertiu contra continuar qualquer comunicação
com o Governo de Transvaal ou com as forças bôeres ainda no
campo. Notificação era determinada eles que se eles fossem descobertos dentro tal
transações lhes mandariam sair de território português e o
direito de asilo os negou. E no desempenho adicional dela
deveres neutros em tal um momento Portugal assumiu um completamente correto
atitude.
Em setembro três mil Boers evacuou a posição deles/delas junto o
fronteira e rendeu ao Governador português. Eles foram hospedados dentro
os quartéis a Lorenzo Marques e depois, prevenir alguma perturbação dentro
a cidade que poderia ser causada pela presença deles/delas, foi removido o
Transportes portugueses que mentem no porto. O Governador deu aviso prévio
o chefe inglês que tinha ocupado a posição evacuado pelo
Boers que todo o Transvaal se agrupa que tinha rendido estava sendo
vigiado e não seria permitido ainda reunir as forças bôeres dentro o
campo. Vários os refugiados concordaram em render o britânico
chefe como prisioneiros de guerra na estipulação que eles não vão
seja enviado do país, e assim foram obtidas condições melhores que por
esses capturaram no campo. Outros que renderam para Portugal eram
transportado por navios portugueses para Lisboa, terra que é os nomeada dentro,
o país onde eles eram determinada permissão para resolver.
Em outros cumprimentos, também, durante as fases posteriores de guerra atual,
Portugal manteve uma atitude correta. Especialmente era esta atitude
notável com referência para a investigação da conduta do
Cônsul holandês a Lorenzo Marques. Apesar dos protestos de Grande
Inglaterra e de Portugal sobre a atitude de unneutral dele tinha sido ele
continuado na posição dele. Mas no dia 7 de dezembro de 1900, a tensão para qual
tinham sido postas as relações entre os dois Governos alcançado o
ponto quebrando. O Ministro holandês, Dr. Van Weede, retirou de Lisboa
e ao mesmo tempo o Ministro português ao Hague, de de Conta