Capítulo 6
Chefes ingleses. [6]
[Nota de rodapé 5: Para. Rel., 1900, pág., 619, dê feno a a Pauncefote, Nov. 11, 1899.]
[Nota de rodapé 6: Ibid., pág. 619, dê feno a a Pauncefote, Nov. 22, 1899.]
Sr. McCrum, instruções seguintes do Governo dele, tinha colocado o
Visão inglesa da situação antes das autoridades de Transvaal antes de ele
Pretoria esquerdo, e tinha chamado a atenção deles/delas ao fato que para eles
permitir a intervenção caridosa e humanitária dos Estados Unidos
cônsul dado as circunstâncias era a tempo o curso regular de guerra. [7]
Mas não até que Sr. Hollis alcançou Pretoria era a atitude do
República explicou. Ele indagou do Secretário de Estado como também de
o Secretário para Relações exterior com referência para a atitude ele
seria permitido assumir para interesses britânicos; até que ponto ele
poderia agir em nome de prisioneiros de guerra britânicos no Transvaal e
Laranja Estado Grátis; e como distante ele poderia exercitar o habitual consular
funções em nome de Grã Bretanha durante a guerra.
[Nota de rodapé 7: Para. Rel., 1900, pág., 620, dê feno a a Pauncefote, Nov. 28, 1900,,
e Dá feno a a Pauncefote, Apl. 9, 1900.]
O relatório foi feito para Washington "de muitos funcionário e consular
fontes que o recente agente britânico a este capital [presumivelmente Sr.
Verde] sempre era um espinho no lado deste Governo, e que ele
é, em parte, responsável para esta guerra presente."[8] estava fora pontudo
que desde então esta era lá a atitude do Governo Republicano
existido a Pretoria uma aversão decidida para o reconhecimento de qualquer um que
poderia reivindicar agir como um agente britânico. O Secretário de Estado de Transvaal
se expresso enfaticamente no ponto: "Nós adquirimos liberte do
Agente britânico no décimo primeiro de último de outubro, e Deus que lega, nós vamos
nunca tenha outro aqui."[9] Sr. Reitz igualam foi tão distante sobre
expresse o confiante espere que ao fim da guerra um britânico