Capítulo 65
uso de território neutro parece ter sido fundado bem dentro então
este caso particular.
O Gabinete em Paris recusou entreter qualquer pergunta ou debater no
passagem proposta de tropas inglesas por território português. Em
Porém, 11 de abril que uma discussão do assunto aconteceu na Câmara
de Deputados nos quais duas interpelações foram anunciadas pelo
Presidente. Um destes questionou o Governo sobre que passos tidos
sido levado para proteger interesses franceses em Moçambique; o outro teve
referência para a passagem proposta de tropas inglesas interior de Beira.
M. Delcasse disse que a Câmara não sentia que o Governo
deveria discutir uma pergunta atual de lei internacional, mas ele apontou
fora o fato que a França com os outros Grandes Poderes tinha a declarado
neutralidade no começo de hostilidades. Porém, ele somou que isto
não era a parte de França para garantir a neutralidade de outros. Um
o sócio afirmou que o ato proposto seria uma violação distinta de
os deveres neutros dela por Portugal. Outro declarou aquela Europa, por
ação concertada, deveria prevenir tal uma violação flagrante de neutralidade
durante uma guerra na qual uma nação pequena já estava combatendo contra
grandes vantagens; aquela França, cercada por nações neutras, não pôde dispor
ver tal um precedente estabelecido e deveria atrair para a Europa para unir
com ela protestando.
Embora tal ação concertada como foi proposto pelos sócios diferentes
era improvável, e embora as propostas podem ter sido ditadas pelo
preconceito francês habitual em situações onde interesses ingleses são em jogo,
estas opiniões indicam bem bem o real sentimento na Europa ao
tempo.
O Governo de Transvaal notificou Portugal formalmente que a passagem de
Tropas britânicas e munições de guerra por Beira seriam consideradas dentro
o Transvaal como equivalente a ação hostil. Não obstante, no dia 1 de maio,
a Câmara dos deputados em Lisboa rejeitou uma interpelação feita por um