Capítulo 66
de seus sócios questionar a ação do Governo com referência
para o privilégio que Grã Bretanha buscou. O Ministro para Estrangeiro
Porém, negócios declararam que o Governo de Transvaal não tinha ordenado
o cônsul português para deixar Pretoria. Ele negou enfaticamente que qualquer
incidente tudo que tinha seguido a notificação de Portugal ao Transvaal.
Quando mais adiante interrogou, o Ministro declarou que as tropas inglesas
tinha sido concedido permissão para usar a estrada de ferro interior de Beira em
o argumento de direitos de tratado já possuído por Grã Bretanha. Nenhum poder,
ele afirmou, tinha protestado menos o Sul República africana. Era
prometeu que o Governo justificaria sua ação depois concedendo
a permissão produzindo a exibição de documentos o direito de Inglaterra
para o privilégio, mas não foi considerado conveniente naquele momento para
discuta a pergunta. [19]
[Nota de rodapé 19: Londres Times, 21 de abril de 1900, pág., 7, col. 3.]
O protesto do Transvaal contra a brecha alegada de neutralidade em
a parte de Portugal estava sem efeito, e estes era os únicos meios o
República teve de se declarar. Ter entrado em ação hostil
contra Portugal naquele momento teria tido só um resultado, o
obstrução de toda a comunicação com o mundo externo por via de Delagoa
Baía. As forças britânicas foram enviadas na Rodésia, e entretanto o
papel subseqüente que eles fizeram na guerra não era importante o propósito de
a expedição foi admitida. Era cortar fora qualquer possibilidade de um
se retire em direção ao norte em território britânico pelas forças bôeres que eram
sendo dirigido atrás pelo avanço inglês em Pretoria. O britânico
plano militar era aquele General Carrington deveria marchar com as forças dele
e alcança Pretoria ao mesmo tempo do norte aquele General Roberts
alcançado aquele ponto do sul. [20] Assim, o fim para qual o
tropas seriam usadas era não suprimir uma insurreição dos nativo
na Rodésia, como era alegado, mas incorporar a expedição no