Capítulo 75
acordo com as explicações mútuas trocadas no tratado de 1891
com respeito ao direito de mover tropas e material de guerra por
o território português na África do Sul em território inglês e
Versa_ de _vice, o Governo britânico trouxe há pouco uma demanda formal
tudo se agrupam e material de guerra ser enviado por Beira ao inglês
interior. O Governo português não pode recusar a demanda e pode dever
cumpra uma convenção que depende de reciprocidade, uma convenção que era,
resolveu muito tempo antes de o estado de guerra presente tivesse sido previsto. Isto
acordo não pode ser considerado como um apoio supérfluo de um do
festas agressivas ou como uma violação dos deveres imposta por
neutralidade ou realmente das relações amigáveis boas que o português
Governo sempre deseja manter o ritmo do Governo do Sul
República africana."[40] o fato que o consentimento do português
O governo só foi obtido depois que dez semanas de pressão trouxessem para agüentar
nas autoridades de Lisboa pareceriam indicar aquela intriga é mais
potente em relações internacionais que aceitou precedente.
[Nota de rodapé 40: Tempos História Militar da Guerra na África do Sul, Vol.
IV, pág., 366, nota.]
Em sua resposta para o despacho português o Transvaal razoavelmente
protestado que o tratado em questão não tinha sido tornado público e isso
nenhuma notificação disto tinha sido recebida pela República à erupção de
guerra. [41] era pontudo fora isso isto sendo o caso o tratado pôde
não seja aplicado nem sequer se concedesse o direito combatido para pela Inglaterra.
E até mais forte era o argumento de Transvaal que em nenhum caso depois de guerra
tinha começado pôde tal um tratado seja aplicado por um Estado neutro para o
desvantagem de terceiros. O fato de neutralidade tinha suspendido o
trabalhando do acordo. A ação de Portugal, era justamente alegado,
a coloque na posição de um inimigo em vez de um neutro.
[Nota de rodapé 41: Ibid., pág. 367, nota.]
A contenção de Transvaal pareceria ser autorizada completamente. No