Capítulo 85
entre a bagagem dos alemão a bordo de quem admitida que eles eram
indo para o Transvaal. O oficial naval sênior de Inglaterra a Durban era de
a opinião que havia amplo chão por descarregar a carga e
procurando isto. O pedido foi feito adequadamente que autoridade seja dada
por lançar o navio em um tribunal de prêmio, e que instruções são
remetido sobre a própria disposição dos passageiros a bordo de.
Apesar do protesto de Alemanha que o _Bundesrath_ levou nenhum
contrabando nem voluntários para o Transvaal, foram emitidas instruções
que um tribunal de prêmio deveria assumir o navio e uma procura é imediatamente
feito por autoridades competentes. Ordens eram ao mesmo tempo determinadas,
porém, que até que ficou evidente que o _Bundesrath_ estava levando
navios a vapor de correio alemães de contrabando, "outros não deveriam ser prendidos em
suspeita só."[10]
[Nota de rodapé 10: Ibid., pág. 4.]
Instruções também foram emitidas pelo Governo britânico que aplicação
seja feito ao tribunal de prêmio para a liberação das correspondências; que se eles
foi libertado eles seriam entregados para o cônsul alemão e ser
acelerado ao destino deles/delas, "ou por um cruzador inglês se
disponível, ou por um navio a vapor de correio, ou caso contrário."[11] estava fora pontudo
que o navio e sua carga, inclusive as correspondências, estavam na custódia de
o tribunal e exclui pela ordem daquele tribunal não deveria ser
tocado. Porém, foi urgido que toda facilidade por proceder
o destino dele seja disposto a qualquer passageiro quem o tribunal considerou
inocente.
[Nota de rodapé 11: Ibid., pp. 5-6; Chamberlain para Hely-Hutchinson, Jan. 3,
1900.]
O cônsul alemão a Durban informou que nenhum contrabando tinha sido achado
no _Bundesrath_ embora uma procura completa tinha sido feita. O
fracasso para descobrir bens de um caráter de contrabando aparentemente fez
a ação das autoridades navais de Grã Bretanha injustificável. Alemanha