Capítulo 89
mais adiante instruído para pedir para sua Excelência [o Marquês de Salisbury]
causar instruções explícitas ser enviado aos Chefes de britânico
navios em águas africanas para respeitar as regras de lei internacional, e
não colocar nenhum impedimento adicional do modo do comércio entre
neutrals."[20]
[Nota de rodapé 19: Ibid., pág. 6.]
[Nota de rodapé 20: Ibid., pág. 8.]
À forma e imputações deste pedido levou o Governo britânico
exceção, e a situação se apareceu ominosa durante um tempo. Instruções
porém, tinha sido emitido que a menos que o _General_ descobrisse contrabando
depois que uma procura sumária era indesejável para deter o navio desde que ela
levado as correspondências. O relatório do oficial naval no Áden descobriu o
fato que ele tinha subido a bordo e tinha detido o navio naquele lugar. O chão
para a ação dele era que ele tinha estado informado que vários suspeito
artigos eram a bordo de para Delagoa Bay, inclusive caixas de munição,
alojado no cabo principal, enterrado debaixo de carvão de reserva. Uma inspeção do
manifesto tinha mostrado vários casos de munição de rifle para Mauser,
Mannlicher e rifles esportivos consignaram a Mombasa, mas isto
era acreditado que consignação era fide_ de _bona. Outros artigos suspeitados em
o manifesto seja eixos de vagão e substâncias químicas e ao fundo do
cabo era uma consignação de comida para Delagoa Bay, com caldeiras e pesado
maquinaria alojou em cima do carvão de reserva. O _General_ levou
além de vários passageiros flamengos e alemães para Delagoa Bay, em
roupas claras mas de "aparecimento militar", foram acreditados algum de quem
ser treinado os artilheiros. Foi sugerido que esta última dúvida pudesse
só seja clareado por uma procura da bagagem privada das pessoas
suspeitado, mas não foi considerado pelo Escritório Estrangeiro britânico que
havia evidência suficiente" sobre o destino deles/delas justificar
mais adiante ação por parte dos oficiais que administram a procura."[21]