Capítulo 17
outro método de comunicação foi processado severamente. Ao término de
1914, vários mensageiros perderam as vidas deles/delas tentando cruzar o
Fronteira holandesa. Debaixo de tal condiciona é fácil entender que, em
despeito dos esforços feito pelos editores anônimos de dois ou três
documentos proibidos, como _La Libre Belgique_, o tamanho do
população estava praticamente cortada fora do resto do mundo e era
compeliu para ler, se eles lessem nada, os documentos a favor de-alemães e o
Cartazes alemães. Os únicos poços partiram de qual as pessoas poderiam beber
foi envenenado.
* * * * *
A Agência de Imprensa alemã em Bruxelas, abertamente reconheceu pelo
administração e antigamente a sede de von de Barão o filho de Bissing,
fixe para trabalhar em três direções principais. Apontou a separar o
Belgas dos Aliados, então a separar as pessoas de Rei
O Albert e o Governo dele, e finalmente a reavivar o idioma velho
dispute entre Walloons e Flemings.
A campanha contra os Aliados, embora ainda continuasse sempre que o
oportunidade surge, era no princípio especialmente violento, quando o
Alemão não tiveram contudo deixado toda a esperança de separar o Rei o Albert do
Aliança (agosto-setembro, 1914). Era talvez o mais perigoso
linha de ataque porque não insinuou qualquer brecha de patriotismo. No
contrário sugeriu que a Bélgica tivesse sido enganada pelos Aliados, e
especialmente por Inglaterra que nunca tinha pretendido vir à ajuda dela e quem
tinha a usado como um catspaw, enquanto a deixando agüentar todo o ímpeto do
Agressão alemã em uma luta desigual e heróica. Foi acompanhado por
um fluxo constante de notícias de guerra que exageram os sucessos alemães e
sugerindo que, até mesmo se eles já tivessem a intenção de entregar
Bélgica, os Aliados já não estariam em uma posição fazer assim.
De acordo com o primeiro cartaz de guerra-notícias emitido em Bruxelas, alguns dias,
depois que o inimigo tinha entrado na cidade, os documentos oficiais franceses tiveram