Capítulo 40
sido prendido nas lojas deles/delas e privado de comida. (Abril, 1915.)
O segundo, von de _signed Bissing_ (de forma que ninguém não poderia imaginar isso
estas medidas foram levadas por alguns subaltern muito zeloso) e postou dentro
Malines, nos 30º de maio, nos fala que cidade de _the" de Malines deve ser
castigou contanto que o número exigido de trabalhadores não retomasse
work_." Estes trabalhadores foram empregados pelo Estado belga--que possui o
a estrada de ferro de país--para o conserto do material rodante. Quando eles tiveram
recusado retomar trabalho, no começo da ocupação, alguns
cem trabalhadores alemães tinham enchido os postes deles/delas. Estes tinham sido mandados de volta
para os depósitos militares deles/delas. O dever patriótico destes belgas era
evidente bastante: retomando o trabalho deles/delas, eles libertaram os soldados alemães
para a frente e aumentou o número de treinadores e máquinas de qual
o inimigo estava em grande necessidade pelo transporte de tropas. Se você vai
compare este cartaz com o impresso acima e 25 de julho datado, você,
será confrontado com um dos exemplos mais limpos de duplicidade alemã.
Outras pessoas quebraram as promessas deles/delas depois dos fazer. Era esquerdo
para von de Governador Bissing para os fazer depois dos quebrar.
O terceiro documento ainda é mais conclusivo. No dia junho os 16º o
cidadãos de Ghent poderiam prosseguir lendo as paredes deles/delas que: "A atitude de
certas fábricas que recusam _to trabalham para o Army_ alemão abaixo o
pretexto de patriotismo prova que um movimento é a pé criar
dificuldades para o _German Army_. Se tal uma atitude é mantida eu
segure as autoridades comunais responsável e a população vá
tenha só isto para culpar se as grandes liberdades concedessem a isto até
agora está suspenso." Esta declaração desajeitada é assinada por
Von de Graf tenente-geral Westcarp. E pensar que, iguale agora,
Von de governador que Bissing persevera mantendo que nenhum trabalho militar tem