Capítulo 46
para o texto do sermão dele, na ocasião do segundo aniversário de
a Independência deles/delas (21 de julho de 1916), o qual os belgas celebraram dentro
exílio e cativeiro? Estava na grande igreja gótica, em Bruxelas,,
debaixo dos arcos de Ste. Gudule, ao fim de um serviço para o
soldados durante a guerra, o muito última cerimônia patriótica
tolerado pelos alemão. Socialistas, Liberais, os católicos aglomeraram o
nave, esquecendo das disputas velhas deles/delas, unido em uma adoração comum, o
adoração do país ameaçado deles/delas, das liberdades oprimidas deles/delas.
"Como nós cantaremos a canção do Deus em uma terra estranha?" A audiência dele
imaginou que o pastor só aludiu a um cativeiro espiritual que
ele quis dizer: "Como nós celebraremos nossa liberdade nesta prisão alemã?"
E eles escutaram, como os primeiros cristãos nas catacumbas, dreading
ouvir o passo pesado dos soldados antes da porta. O Cardeal procurou
o endereço destemido dele: "O salmo termina com maldições e maldições. Nós
não os proferirá contra nossos inimigos. Nós não somos do Velho mas de
o Testamento Novo. Nós não seguimos a lei velha: um olho para um olho, um
dente para um dente, mas a lei nova de Amor e fraternidade Cristã.
Mas nós não esquecemos isso nem sequer sobre Justiça de postos de Amor. Se nosso irmão
pecados, como possa nós fingimos o amar se nós não desejarmos que os pecados dele
deveria ser castigado...."
Tal era o tenor do endereço do Cardeal, o maior Christian,
endereço inspirado pela guerra, proferida debaixo do mais trágico e comovente,
circunstâncias. Para as pessoas conheceu o perigo de falar até lá
as mentes deles/delas na Bélgica conquistada; eles souberam que alguns espiões alemães eram
na igreja que toma nota de toda palavra, de todo gesto. Ainda, eles
não pôde conter os sentimentos deles/delas, e, ao fim do sermão, quando
o órgão começou o _Brabanconne_, eles alegraram e alegraram novamente,
grato a tato, para um momento, ergueu o peso sombrio de opressão