Capítulo 54
interrupção." Depois de enumerar um grande número de trabalhos de público
utilidade que tinha sido aprovado pelas autoridades alemãs, construção,
de estradas de ferro claras, drenagem de pântanos extensos, criação de novo
plantações, abastecimentos de água, etc.,... o relatório vai em: "E para-dia
a maioria destes trabalhos que tinham sido aprovado e tinham subsidiado pelo
província e pelo Estado, esteve repentinamente condenado e
interrompido.... _Such obstáculos oficiais para o legítimo e útil
atividade de nossos trabalhadores ainda faz mais doloroso para eles, se
possível, as medidas levadas contra eles por esses que lhes reprovam
a inatividade deles/delas e que os processam para-dia debaixo do pretexto de um
inação que eles têm created_ deliberadamente."
Em face a tal testemunho todo o argumento alemão esmigalha
pedaços. Como Monseigneur Mercier põe isto decisivamente: "Não é verdade que
nossos trabalhadores causaram alguma perturbação ou até mesmo ameaçaram em qualquer lugar para
faça assim. Cinco milhões de belgas, centenas de americanos, nunca cessam para
admire a dignidade perfeita e paciência de nossos proletariados. É
não retifique que os trabalhadores, privado do trabalho deles/delas, se torne um custo em
o poder ocupando ou em caridade pública debaixo de seu controle. O 'Comite
Nacional', em de quem atividade os alemão não levam nenhuma parte, é o único
organisation interessaram no assunto." Mas supondo até mesmo, para a causa,
de argumento que o 43º artigo da Convenção de Hague deve
justifique alguma forma de coerção no assunto, as medidas novas devem
só seja aplicado a alguns trabalhos de utilidade de _public em Belgium_. Longe de
encorajando tal trabalha, os alemão os, _employed agarrado, pararam
e unemployed_, e ou os enviou a _Germany_ ou para algum _war-work_
na frente Ocidental. Para pôr isto simplesmente, eles desejam evitar o público
perturbação onde não há nenhuma perturbação, economizar dinheiro que não é,
o dinheiro deles/delas, deportar desempregado que não está desempregado, os obrigar,