Capítulo 7
e necessitou uma retirada imediata. A luta de Yser-Ypres trancou
o modo para Bruxelas como também para Calais. Os alemão souberam agora que eles
estava seguro, pelo menos durante uns muitos meses bons, e começou sistematicamente para
"organize o país." Todas as comunicações com a parte ininterrompida
de Bélgica estava suspenso. Ficou mais difícil e
perigoso cruzar a fronteira holandesa sem uma licença especial. O
pressão econômica e moral aumentou continuamente, e o conflito entre
os conquistadores e patriotas começaram, um conflito não aliviado por dramático
interesse ou excitação de fora de qual levou o país atrás para
os piores dias de austríaco e dominação espanhola.
II.
A BANDEIRA ABAIXADA.
O contraste que eu tenho endeavoured para indicar, no primeiro capítulo,,
entre a atitude da administração alemã antes do outono de
Antuérpia e seu behaviour é depois em nenhuma parte tão bem marcado como dentro o
medidas levadas com a finalidade de reprimir todas as manifestações belgas
de patriotismo.
Durante os dois meses de ocupação, fizeram pelo menos primeiro os alemão um
espetáculo de com respeito aos sentimentos leais da população. No primeiro dele
proclamação, 2 de setembro datado no qual ele anunciou o compromisso dele,
como Governador Geral de Bélgica, der de von de Barão que Goltz declarou que "ele
pedido para ninguém renunciar os sentimentos patrióticos dele." E quando, alguns dias
depois, o Governador de Bruxelas, von de Barão Luttwitz, emitiu um cartaz
"aconselhando" para os cidadãos que levassem as bandeiras deles/delas das janelas deles/delas, ele fez
isto em palavras conciliatórias, dando o pretexto que estas manifestações
poderia provocar represálias das tropas alemãs que atravessam a cidade:
"O Governador Militar não pretende dentro os menos doer, por tal um
meça, os sentimentos e amor-próprio dos habitantes. A única pontaria dele
é os proteger contra todo o dano." (16 de setembro.) Todo belga