George H. (George Henry) Calvert
Capítulo 15
Natureza." Não era melhor isto e mais preciso dizer que somos a nós
o olhar e expressão do espiritual quando isto está investigando por
incorporações mais escolhidas? Mas nós pararemos com definições. Depois de
empreendendo, por meio de orações e definições adquirir uma noção de
o bonito, a pessoa é tentado para dizer, como fez o Goethe quando "a idéia de
a Divindade" foi mencionada aventureiramente a ele por Eckermann, "Querido,
criança, o que sabe nós da idéia da Divindade? e o que pode nosso
idéias estreitas contam para o Ser mais Alto? Se eu, como um Turco, deveria nomear isto
com cem nomes, eu deveria cair ainda curto, e, em comparação
com os atributos infinitos, não disse nada."
Nós chamamos o bonito a luz da mente; mas deve haver
note para ser iluminado. Se a sua tocha seja renunciada em uma câmara fixe círculo
com pedaços de granito e ardósia e pudim-pedra, você adquirirá nenhum
reverberação luminosa. Mas brande isto antes de rubis e esmeraldas e
diamantes! As qualidades na mente devem ser preciosas, para que
a mente fica brilhante por beleza. Levar um exemplo largo.
O Hindoos na organização deles/delas têm um senso bom do
bonito, mas eles faltam amplitude mental e fundo; e conseqüentemente o deles/delas
vida e literatura não são fortes e múltiplas, embora em ambos
há exibições daquele refinamento do qual só vem
sensibilidade para o bonito. Por outro lado, o chinês é
querendo nesta sensibilidade; conseqüentemente a civilização prosaica, finita deles/delas.
Mas mais notável é o contraste entre eles em religioso
desenvolvimento. Em o do Hindoos havia expansão, imensidade,,
ego-fundindo em infinidade; o chinês é religiosamente contraído,
insignificante, idólatra; um contraste que eu aventuro designar, em grande
meça, para a presença no um caso, e a ausência no
outro, da inspiração do bonito.
Para o mesmo efeito poderiam ser citados exemplos individuais inumerável.
Olhe para Wordsworth e Byron, ambos preeminente para sensibilidade para o