George H. (George Henry) Calvert
Capítulo 26
ele em quem os elementos mais nobres de ser estão presentes dentro tal
intensidade, proporções, e qualidade, e é assim commingled que ele
pode reproduzir vida isto com veracidade translúcida, ele que se torna,
por esta suscetibilidade exaltando, poeta ou fabricante.
O que constitui a riqueza de vida humana? Não é isto abundância e
riqueza de sentir? Refinar esta abundância, purificar esta riqueza,,
destilar a essência fora desta riqueza, educar os sentimentos por,
revelando as possibilidades sutis deles/delas, trazendo para iluminar o
divindade há dentro e atrás deles, esta é a parte do poeta; e
isto, a grande parte dele, ele só pode fazer sendo blest com mais que
condolência comum com o espírito do Criador Todo-poderoso, e por isso
perspicácia mais clara no trabalho dele e vai. Somente encarnar dentro
verso os sentimentos, pensamentos, ações, cenas de vida humana, não são o
o escritório de poeta; mas exibir estes como tendo atingido, ou como capaz
de atingir, o poder e beleza e espiritualidade possível a cada.
O glorifier de humanidade que o poeta é, não seu mero repórter,; isso é
a função do historiador. O negócio do poeta não está com fatos como
tal, ou com conclusões, mas com verdade de sentir, e o mesmo
espírito de verdade. A função dele é ideal; quer dizer, do prosaico, o
individual, o limitado, ele é nos erguer até o universal, o
genérico, o ilimitado. Rodeando este fim nobre pode ele, se tal
seja o curvado dele, use os fatos e sentimentos e individualidades diariamente de
vida; e, iluminando e os enobrecendo ele aprovará o seu
perspicácia humana, como também o presente poético dele.
O genérico em sentimento, o universal, o infinito, só pode ser
alcançado e reconheceu pelos sentimentos mais altos, por esses,
de quem atividade causa emoção. Os impulsos simples, o elementar
amores, está em eles saltados na ação deles/delas próximo e dirige; mas
crescendo redondo a mesma fonte de vida, tendo as raízes deles/delas,