George H. (George Henry) Calvert
Capítulo 38
nisto do brilho acendeu na mente do poeta com mais rico
sensibilidades que são refinado e purificaram um extorquindo, sutil,
demanda dentro para o melhor eles podem fazer. Um único flash de novo
luz emocionante irradia um continente de pensamento. Este é o trabalho de
gênio, e gênio já é marcado por uma condolência mais funda com e
reconhecimento do espírito criativo e a ação divina, uma condolência,
e reconhecimento tão sensível que o espírito e ação do escritor
é penetrado pelo effluence divino, ele que se torna assim o
intérprete de lei divina, o expositor de beleza divina.
Nestes passagens o pensamento do poeta é empurrado para cima por
a crosta revestindo da terra comum, por um aquecimento, se expandindo, dentro,
movimento que é acelerado por uma vitalidade tão urgente e irresistível isso,
fazer passagem para o pensamento novo, ligeiramente é erguido uma carga que,
mas para esta eficácia espiritual, não pôde ser mexido, da mesma maneira que pesado
pedras são elevadas através de plantas crescentes delicadas. Mostrar este poder o
poeta sempre é movido ao exemplo de sentir. Poesia que tem seu
nascimento sentindo, nenhum homem pode desfrutar ou pode avaliar isto mas por sentir.
Mas o que o move encarnar e amoldar o sentimento dele é aquele encantador
sentimento que terá o melhor há no sentimento, o
sentimento que busca satisfação por contemplação ou
entretenimento do mais divino e mais perfeito, e já sobe
o topo da alegria refinada que tal educes de contemplação.
A imaginação poética é o Ariel do poet,--seu espiritual
o mensageiro e Mercúrio. Um olhar claro nas anteriores passagens mostraria
que a fonte do poder deles/delas está na mais distante extensão ou primoroso
percorra a imaginação abre a nós, freqüentemente por uma palavra. Para mais adiante
ilustração eu levarei alguns outros exemplos, enquanto os examinando mais
minuciosamente. Se Lorenzo tivesse aberto a passagem famosa dentro "O
Comerciante de Veneza" assim,--
"Como _calm_ o _lies_ enluarado neste banco,"