George H. (George Henry) Calvert
Capítulo 95
afie ao crítico bom, deve nascer com muitos presentes, ser,
suscetível de tal amoldar. E quando nós refletimos que a tarefa do
crítico é ver claramente no mais sutil e profundamente notar, para
meça seus buracos e suas elevações, pesar todos seu indivíduo,
e seus poderes compostos, e, que de todo um da palpitação
agregados quem é o escritório dele para analisar e retratar, linhas de assunto,
aquela corrida em todos os lados no infinito, nós temos que concluir que ele quem
é ser o intérprete realizado, o juiz confiado, deveria ser
capaz rapidamente seguir estas linhas.
Longo e extorquindo como é nosso rolo do que é querido que equipe um
verdadeiro crítico seguro, nós ainda temos que somar duas qualificações cardeais,
o qual pelo assunto de nosso papel presente são possessos em liberal
partilha. O primeiro é, alegria em vida de qual as páginas de M.
Sainte-Beuve derivam, não um sprightliness superficial somente, mas um
jovialidade jovial, brilhante. O outro de qual ainda é mais profundamente
considere, é a capacidade de admiração; uma virtude--para assim merece
ser chamado--nascido diretamente das sensibilidades mais nobres, esses
em de quem presença só pode ser reconhecido e pode ser desfrutado o alto e o
profundo, o bonito e o verdadeiro. Ele que não é dotado bem com
estes sensos mais altos não são um crítico ruim; ele não é nenhum crítico nada. Não
só possa ele não discerne o bem há em um homem ou um trabalho, ele pode
como pequeno descubra e exponha o ruim; para, deficiências insinuando
fracassos para alcançar uma certa abundância, insinuando uma queda com falta do
complete, dizer onde e o que é deficiências, envolve o tendo
na mente uma idéia do cheio e completo. O homem assim meagrely
fornecido sobre cabo nenhuma tal idéia é mas um carper, não um crítico. Para
saiba o ruim denota conhecimento do bem; em crítica como em moralidades,
uma indignação íntegra só pode flamejar de um choque a puros sentimentos.