Capítulo 30
lá--'twas--'twas----"
"Por que, Vovó Pritchard! Você é----"
"Não, eu ai não, ou; Eu ai não tal um bobo, eu espero! Por que, me veja chorar goste um
numskull velho! Ai não isto ridic'lous como você pode falar 'mortes de turno e
buryin certo, e não pode contar de como alguém volta do
grave sem--onde em th' nação é meu lenço! Por que, Abby, coisas,
ai não nunca olharam o mesmo a mim daquele minuto em. Eu lhe falo--eu conto
você--_I era real contente de ver him_!
"Terra boa, que horas o' dia você supõe pode ser? Susie! Eddie! Venha,
git suas bagas e casa de começo!"
As duas vozes começaram a soar mais fracamente como a muleta da mulher velha tocou
nas pedras. "Bem, Abby, quando eu subo aqui e me lembro como eu cultivei
isto só durante quatro anos, eu digo a mim que 'twa não só th' os homens que
fixe os escravos livram. Eles isso ficado para casa foi permitido ter o deles/delas
compartilhe no bem----" As sílabas obscureceram em um indistinguível zumba
e lá caiu novamente na casa seu manto velho de silêncio.
Como se despertado por isto de um feitiço hipnótico, a menina no feno sentou para cima
de repente, apertando as mãos dela em cima dos olhos dela; mas ela não fechou fora um
mil visões de thronging. Não havia um som mas a palpitação alta
dos pulsos nos templos dela; mas nunca novamente poderia ser lá silêncio para
o dela naquela mancha. O ar era grosso com murmúrios que bateram contra ela
orelhas. Ela estava tremendo como ela deslizou abaixo do feno e, caminhando
unsteadily para a porta, estava de pé, enquanto olhando meio-de modo selvagem fora no assombrado
crepúsculo.
O som lânguido do riacho subiu líquido no ar de noite quieto.
Lá, onde a árvore de butternut estava, tinha sido o jardim!
Os vidoeiros brancos responderam com um movimento sussurrando dentro todos seu ligeiramente
folhas equilibradas.
Lá em cima, onde os carvalhos eram, tinha sido o feno-campo!
O crepúsculo escureceu. Pela floresta, desmaie na crista do