Capítulo 20
uma epopéia prosaica" deslumbrante." É talvez o mais legível de tudo
Os trabalhos de Carlyle, e realmente é um dos livros mais notáveis do
idade. Há nenhuma outra conta da Revolução francesa que pode ser
comparado com isto para intensidade de sentir e profundidade de pensamento.
Muito informação com respeito à maneira de Carlyle de viver e
história pessoal durante estes anos mais cedo em Londres pode ser respigada
incidentemente da "Vida dele de John Sterling", um livro que, do
natureza disto, é necessariamente em parte autobiográfico.
Thomas Moore e outros às vezes o conheceram em sociedade de Londres a isto
tempo. Moore assim brevemente crônicas um café da manhã a Deus Houghton, a
o qual Carlyle estava presente:--
"22º maio, 1838.--Breakfasted a Milnes, e se encontrou bastante um notável
festa, consistindo em Selvagem, Landor, e Carlyle (nenhum de quem
Eu alguma vez tinha visto antes), Robinson, Rogers, e Arroz. Bastante
conversação entre o Robinson e Carlyle sobre autores alemães, de
quem eu não soube nada, nem (do que eles desfilaram deles) feltro que eu
tinha perdido muito por minha ignorância."[Um]
[Nota de rodapé UM: Diário de Thomas Moore. (Lond. 1856.) Vol. vii., pág. 224]
Em 1835, depois da publicação de "Sartor Resartus", recebeu Carlyle
um convite de alguns admiradores americanos das escritas dele, visitar
o país deles/delas, e ele contemplou fazendo assim, mas o dele labuta dentro
examinando e colecionando materiais para o grande trabalho dele em "O francês
Revolução", enquanto acelerando então para conclusão, o preveniu.
Nós podemos dizer que, por muitas razões, será lamentado que isto
desígnio nunca foi levado em execução. Se Carlyle tivesse testemunhado com
os próprios olhos dele o funcionamento admirável de instituições democráticas no
Estados Unidos, ele poderia ter feito mais justiça a nosso Transatlântico
irmãos que sempre eram o dele primeiramente os admiradores, e ele
também poderia ter adquirido mais fé nos destinos futuros do próprio dele