Capítulo 38
A CASA DESAPARECENDO
"Meu avô", disse o banjo, "bebeu 'dog's-nariz', meu pai bebeu
'dog's-nariz', e eu bebo 'dog's-nariz.' Se aquele ai não hereditariedade, há
nenhuma virtude nas escolas de tábua."
"Ah!" dito o flautim, "você sempre está um-ostentando de sua ciência. E
assim, eu suponho, seu filho beberá 'dog's-nariz', também?"
"Não", replicou o banjo, com um riso estrondeando, como vento no
bung-buraco de um barril vazio; "porque eu ai não adquiriram nenhum. Os fins familiares com
eu; que é uma piedade, porque eu sou uma cheio-parada para estar orgulhosa em."
Ele era uma pessoa enorme, tun-inchada--um mero montículo de inexpressivo
descarne cujo classifica segundo o tamanho só era um investimento que pagou um dividendo perpétuo
de risada. Quando, como com o resto da companhia dele, estava a face dele
enegrecido, se parecia um carvão de espécime em um pedestal em um museu.
Havia companhia de Natal na Intenção Boa, e o torneira-quarto lixado,
com suas mesas de cavalete e galhos de azevinho aderidos debaixo de vigas fuliginosas
cheirado com fumaça e o vapor de gim quente e água.
"Quanto poderia derrubar você de uma noite, Jack?" dito um pequeno sorrindo
homem pela porta.
"Por que", disse o banjo, "bastante para já pôr o fantasma mais pardo como caminhou."
"O, agora, podido?" dito o pequeno homem.
"Ah!" disse o banjo, enquanto rindo. "Não há nada como settin' um sperit
pôr outro; e lá eu poderia lhe dar prova número dois de hereditariedade."
"O que! Não faça você vai para já o dizer veja um fantasma!"
"Não tenha eu? O que é você whisperin' sobre, você blushful racham lá pelo
chave de relógio?"
"Eu estava observando só senhor, 'snawin de twere' como o diabo."
"_Is_ isto? Então o diabo foi julgado mal estes dezoito cem e
noventa anos estranhos."
"Mas _did_ você já vê um fantasma?" disse o pequeno homem sorrindo, enquanto procurando
o assunto dele.
"Não, eu não fiz, senhor", imitou o banjo, enquanto "economizando em borras de café. Mas