Capítulo 7
dedo momentâneo de luz por, o flamejando de qual uma alma
aceso e fechou nos olhos dele, como uma faísca duro-agonizante em cinzas. Eu desejei
saber o que deu vida à faísca, e eu fixei a ponderar o problema.
"Ele sempre não era assim?" Eu diria a Senhora Barbiere.
"Mas não, Monsieur, verdadeiramente. Este lugar--ora! nós estamos aqui imbeciles tudo para
o grande mundo, sem dúvida,; mas Camille!--_he_ era por natureza desses
que fazem a história de cidades--uma rosa na selva. Monsieur
sorrisos?"
"Por nenhum meios. Um estudante, Senhora?"
"Um estudante de natureza, Monsieur,; um sonhador de sonhos como eles se torna
que caminham muito com os espíritos nas montanhas sós."
"Torrentes, e avalanches, e as forças materiais boas de natureza, Senhora,
meios."
"Ah! Monsieur pode falar, mas ele sabe. Ele ouviu o _foehn_ varrer abaixo
das colinas e gira as grandes pedras fora os casa-telhados. E a pessoa pode
olhar e não vê nada, contudo as pedras vão. É o vento antes do que corre
a avalanche que rompe as árvores píneas; e o vento é o espírito que
chamadas abaixo os grandes neve-deslizes."
"Mas como possa Senhora que não vê nada; saiba um espírito então para estar no estrangeiro?"
"Minha fé; a pessoa pode saber que o pé da pessoa está na hortelã selvagem sem trocar
a pessoa exclusivo olhar."
"Senhora me perdoará. Nenhuma dúvida também a pessoa pode saber um espírito pelo cheiro
de enxofre?"
"Monsieur é um céptico. Vem com o conhecimento de cidades. Lá
é até mesmo tal em pequeno Bel-Oiseau, desde o tempo mau quando eles levaram
para passar a limpo os contratos de cidadãos bons nas peles do pobre
jew-barbas que nos dão carne e leite. É horrível como o Curtume de
Meudon. Em meus dias jovens, Monsieur, tais acordos se inscreveram em
madeira."
"Isso mesmo, Senhora, e completamente para o ponto. Também a pessoa pode ver de quem
Camille herdou as tendências vagantes dele. Mas durante a queda dele--era
sempre irresponsável?"
"Monsieur, como a pessoa tropeça na extremidade de um crevasse e desaparece. Seu