H. C. (Henry Charles) Carey
Capítulo 54
em todos lugares destrutivo daquele nacional que sente que é essencial para
progrida em civilização.
[Nota de rodapé 1: Veja a Revista de Blackwood, setembro. 1853, arte. "Escócia desde
a União."]
Olhando para a Irlanda, nós achamos um estado semelhante de coisas. Setenta anos
desde então, aquele país pôde insistir em e estabelecer sua reivindicação para
um governo independente, e, por ajuda das medidas então adotada, era
avançando rapidamente. Daquele período para o fim do século a demanda
para livros para a Irlanda era tão grande sobre autorização a reimpressão de um
porção grande desses produziu na Inglaterra. O _kingdom_ de Irlanda de
aquele dia deu aos tais homens mundiais como Burke e Grattan, Moore e
Edgeworth, Curran, Sheridan, e Wellington. Centralização, porém,,
exigido aquela Irlanda deveria se tornar uma província de Inglaterra, e disso
cronometre escassezes e pestilências foram de ocorrência freqüente, e o
população inteira está sendo expelida para trazer quarto agora o "lento e
unimpressible" raça saxônia. Dado estas circunstâncias, é questão de
surpresa pequena que a Irlanda não só não produz nenhum livro, mas que ela
não fornece nenhum mercado para esses produzidos por outros. Meio um século de
direito autorais internacional aniquilou quase ambos os produtores e o
consumidores de livros.
Passando para a Inglaterra nós podemos para um olhar de momento para Gales, e então, se nós
deseje achar os efeitos de centralização e sua conseqüência
absentismo, no escolas negligenciadas, os professores ignorantes, se deteriorando e se deteriorou
igrejas, e clérigos bêbedos com rebanhos imorais, nosso objeto será
realizado estudando as páginas da "Edimburgo Review" [2] Em tal um
estado de coisas como é descrito pode haver pequena tendência para o
desenvolvimento de intelecto, e poucas de habilidade ou inclinação para
recompense os autores de livros. Em meu próximo, eu olharei para a própria Inglaterra.
[Nota de rodapé 2: Abril, 1853, arte. "A Igreja nas Montanhas."]