H. C. (Henry Charles) Carey
Capítulo 93
outros agentes com meus livros, e eu resolverei com ele. Nos Conceda um
monopólio, diga os representantes de Hahnemann, e nós concederemos
licenças, ao longo da União, para numerosos homens para que serão autorizados,
pratique homeopaticamente e colecione nossos impostos. Era esta experiência
tentado, seria achado que seriam colecionados milhões fora de qual
eles receberiam tens de milhares. Nos Conceda um monopólio, poderia dizer o
representantes de Fulton, e nós permitiremos construir nenhum recipiente
sem licença de nós, e nossos agentes colecionarão "alguns centavos" de
cada passageiro pelo qual nós seremos enriquecidos. Assim eles poderiam ser; mas para
todo centavo que os localizou a comunidade seria taxado dólares em perda
de tempo e conforta, e em despesas extras. É o privilégio de monopólio,
e não os "poucos centavos" que fazem a dificuldade.
Porém, nos avisam pelos defensores deste tratado que o inglês
devem ser exigidos para os autores que apresentem os livros deles/delas em "modo americano e
vista", e aquela consideração para os próprios interesses deles/delas os fará ser
apresentado "a PREÇOS MODERADOS para consumo geral." Porém, se eles
agiu diferentemente em casa, por que eles deveriam procurar este curso aqui?
Que eles agiram assim, nós temos prova no fato que o britânico
governo há pouco foi forçado a virar o livreiro, com uma visão para
contenha os donos de direito autorais no exercício de poder. Quem, novamente, é
determinar que preços são realmente "moderado?" Os autores? Will Sr.
Consentimento de Macaulay do que os livros dele serão vendidos para menos que esses Sr.
Bancroft ou Sr. Prescott? Seguramente não. O livreiro, então? Vá ele não
use o poder dele precisamente em referência para livros estrangeiros como ele faz agora dentro
considere a doméstico? Se ele julga isto expediente agora vender uns 12mo
volume durante um dólar ou um dólar e um quarto, é isto provável que o
ratificação deste tratado abrirá os olhos dele ao fato que vai