Capítulo 22
Durante os poucos dias que intervieram entre o nascimento de nosso herói e seu
batizando, a mente de Fardorougha estava comprometida formando alguns fixados
princípio por qual guiar o coração dele no conflito no que ainda foi
entre avareza e afeto. Nesta tarefa imaginou ele que o pai
quase predominado em cima do avaro sem uma luta; considerando que, o fato
era, que a paixão sutil, já mais engenhoso que o simples
um, mudou seu caráter externo, e entrou fora na forma de
previsão afetuosa e consideração providente para os desejos e prospectos
da criança dele. Esta decepção total do próprio coração dele que ele sentia como um alívio;
para, entretanto golpeado com o mundo, não o escapou que o
nascimento do pequeno dele, todas suas circunstâncias consideraram, deveria ter
o feito sentir um prazer puro pelo cuidado e pesar que
conferido as condolências dele como um pai. Nenhum era consciência isto
completamente silencioso, nem os protestos cegos dos criados dele completamente
sem efeito. Não, tão completamente era o julgamento dele ido além de que ele
ele atribuiu este estado anômalo de sentir a um esforço virtuoso
de dever Cristão, e olhou nas invasões que um desejo de
riqueza econômica tinha feito no coração dele como uma prova de manifesto de muito parental
anexo. Ele amou a riqueza dele por conseguinte pelo médio seu
filho, e colocou isto como um princípio fixo que todo ato de parcimônia
na parte dele estava somente um de prudência, e teve o amor de um pai e
uma consideração afetuosa para o bem-estar de futuro da criança dele para justificar
isto.
O primeiro exemplo notável deste fim e agarrando espírito se aparecido
em uma ocasião que raramente não abre, na Irlanda pelo menos, tudo
os impulsos mornos e generosos de nosso maduro. Quando a esposa dele julgou
isto necessário fazer essas preparações hospitaleiras para a criança deles/delas
batizando, que são tão habituais no país, ele tratou a intenção dela
de obedecer este costume velho como uma prova direta--de injustificável