Capítulo 10
período do ano que nossas crônicas datam o começo deles/delas.
Uma noite, na última semana de abril, um treinador chamou a "Mosca" parada
mudar cavalos em uma aldeia pequena em uma certa parte de Irlanda que,
para o presente, será sem nome. O sol há pouco tinha afundado atrás o
colinas ocidentais; mas esses vislumbres moderados aos quais caracterizam a colocação dele
o fim de abril, tinha comunicado às nuvens que peculiarmente macio
e matiz dourado no qual o olho ama descansar, mas de qual seu
luz estava enfraquecendo agora gradualmente. Quando cavalos frescos tinham sido postos, um
estranho que tinha visto dois calções de banho grandes previamente afiançou no
tampe, em alguns minutos aconteceu o dele ao lado do guarda, e o treinador
procedido.
"Vigie", ele indagou, depois que eles tivessem ido um par de milhas do
aldeia, "eu sou bastante ignorante da idade da lua. Quando deve nós temos
luar?"
"Não até que seja à noite distante, senhor."
"As passagens de treinador pela cidade de Ballytrain, não faz isto?"
"Faz, senhor."
"A que hora chegamos nós lá?"
"Sobre meio-passado três no senhor matutino."
O estranho não fez nenhuma resposta, mas lançou os olhos dele em cima do aspecto do
país circunvizinho.
A noite estava tranqüila, esquente, e balsâmico. No oeste onde o sol teve
abaixado, lá ainda poderia ser notado os rastros lânguidos disso subjugados
esplendor com que ele começa primavera. As estrelas eram para cima, e o todo
caráter do céu e atmosfera estava cheio de calor, e suavidade,
e esperança. Como o olho estirou por um país que parecia ser rico
e bem cultivou, sentia que sonhar-como charme de romance escuro que
escuridão visível lança em cima da face de natureza, e que investe
os arvoredos dela, as mansões grandiosas dela, as campanhas ricas dela, e o branco dela
fazenda-casas, com uma beleza da que se assemelha à imagem algum delicioso
sonhe, mais que as realidades de paisagem natural.
Em passar junto, eles poderiam observar a condução de fazendeiro descuidado-olhando