Capítulo 1
mais tristemente que outro, é uma mulher jovem e adorável cujo intelecto
foi destruído pela deslealdade dele em de quem coração, como em um
santuário, ela ofereceu o incenso do primeiro afeto dela. Tal um ser
não só puxa ao redor dela nosso tenderest e a maioria das condolências delicadas,
mas nos enche daquela impressão triste de desolação cedo,
se assemelhando ao espírito de romance melancólico do que surge tanto
um dessas brisas tristes e escuras em cima das quais varrem inesperadamente o
superfície dormente de um lago de verão, ou gemidos com um tom de lamúria e
se entristeça pela folhagem verde da madeira debaixo de de quem sombra refrescante
nós afundamos em nosso sonho de meio-dia-dia. Loucura é a toda hora uma coisa de
mistério medroso, mas quando se avança em uma fêmea talentoso com
mocidade e beleza, os patos causa se torna muito refinado para o
grosseria de tristeza ordinária--quase transcende nossa noção do
real, e assume aquele interesse selvagem com o qual investe isto o escuro e
luz visionária do ideal. Tal um malady constitui o mesmo romance
de aflição, e dá bastante ao sofredor justo o aparecimento de
um anjo caído sem culpa, que o de um ser criado mofo para mortal
propósitos. Que já poderia olhar em tal uma ruína bonita sem sentir
a pia de coração, e a mente obscureceu com uma escuridão solene, como
se consciente de testemunhar o ainda e escuridão terrível daquele desastroso
eclipse de razão que, ai! é sentenciado assim freqüentemente nunca falecer.
É difícil de responder pela reverência entrosada, e terror, e
piedade com que nós olhamos no insano, e é igualmente estranho que
neste caso nós chegamos o templo da mente com homenagem mais funda,
quando nós sabemos que a divindade desmaiou disto. Deve ser de um
convicção disto que nações incivilizadas veneram as pessoas desordenadas como
inspirado, e em algum exemplo vá tão distante, eu acredito, como até mesmo os pagar
adoração divina.
Porém, o princípio está em nossa natureza: que para qual nossa condolência é