Capítulo 13
A mocidade examinou o pássaro primeiro, com uma visão averiguar onde isto
tinha estado ferido, e imediatamente colocou isto com muita bondade dentro o
mãos ansiosas de seu amante.
"Não morrerá, eu deveria pensar, por causa da ferida", ele
observado, "o qual, entretanto bem severo, deixou a asa irrompível. O
corpo, a todos os eventos, está seguro. Com cuidado pode recuperar."
William lhe deu então o chapéu dele e Sr. Sinclair que tem lhe agradecido para
um ato de tal humanidade, insistiu que ele deveria ir para casa com eles, em
ordene para obter uma mudança de vestuário. No princípio ele recusou esta oferta,
mas, depois de uma pequena persuasão, ele rendeu com algo de timidez
e hesitação: adequadamente, sem perda de tempo, alcançaram todos eles o
more junto.
Tendo, com alguma dificuldade, sido prevalecido em levar um copo de
sincero, ele retirou imediatamente para o apartamento de William, para o propósito,
de mudar o vestido dele. Porém, o William observou agora que ele se pôs pálido,
e que depois em alguns minutos os dentes dele começaram a tagarelar, ainda
ele tremeu excessivamente.
"Você não teve perde melhor nenhum tempo vestindo estas roupas secas, disse ele;
"Eu sou inclinado para pensar banho bastante não concorde com você, isso é,
se eu sou julgar por sua palidez presente e tremendo."
"Não", disse a mocidade, "é um prazer que, durante os últimos dois anos, eu
foi proibido. Realmente, eu sinto muito frio e você vai com licença
por recusar o uso de suas roupas. Eu tenho que voltar para casa em seguida."
Porém, Sinclair jovem não ouviria falar disto. Depois de considerável
dores que ele predominou nele mudar o vestido dele, mas nenhum argumento pôde
o induza parar um momento mais longo que até que isto foi efetuado.
A família, no entrar no desenho-quarto para sair da licença dele dele, seja
surpreendido a uma determinação tão súbito e inesperado, mas quando Sr.
Sinclair notou a palidez extrema dele, ele suspeitou que ele teve doente,
e que poderia não ser delicado para o apertar.