Capítulo 16
ela rubor. Realmente ela sentia consciente disto, porque ela subiu, com
a pomba ferida que mente suavemente entre as mãos dela e seio, e passou,
sem falar, fora do quarto.
"Não faça você pensa, papai", observou Senhorita Sinclair "que há um
semelhança notável entre o Osborne jovem e Jane? Eu não pude ajudar
observando isto."
"Decididamente há, Maria, agora que você mencionou isto", disse o William.
O pai pausou um pouco, como se considerar o assunto, e então somou
com um sorriso--
"É muito singular, Mary,; mas realmente eu penso há--ambos no
estilo das características deles/delas e a figura deles/delas."
"Osborne está muito bonito para um homem", Agnes observado,; "ainda, afinal de contas,
a pessoa quase não pode dizer assim, a face dele, entretanto multe, não é feminino."
"Beleza, minhas crianças!--ai, o que é? Freqüentemente--muito freqüentemente, um medroso,
um presente fatal. Nascemos conosco, e não de nosso próprio mérito; ainda nós somos
vão bastante para estar orgulhoso disto. É melhor uma flor que logo enfraquece--um
ilumine que logo passa fora. Oh! o que é quando contrastou com esses
princípios altos cuja beleza é imortal, que clareiam por idade, e
nem não saiba mude nem se deteriore. Há a Jane--minha criança pobre--ela é
realmente muito bonito e gracioso, contudo eu temo freqüentemente que a beleza dela,
unido como é a uma sensibilidade em cima de-forjada, possa, antes da vida dela
fins, ou ocasione muita tristeza a ela ou outros."
"Ela é todo o afeto", disse o William.
"Ela é todo o amor, toda a ternura, toda a bondade,; e pode a graça dela
Pai todo-poderoso a mantém da lamúria e aflição que muito freqüentemente acompanham
o caminho de beleza nesta vida de vicissitude e tentativa."
Uma lágrima de afeto para a criança bonita dele se levantada nos olhos do homem velho
como ele os elevou a céu, e os corações amorosos da família dele queimaram
com ternura para este a irmã amada mais jovem e melhor deles/delas.