Capítulo 35
imediatamente voe a solidão; lá, na certeza de se despertar felicidades, para
pense inúmeras vezes de tudo aquilo aconteceu entre eles, e para
luxuriate na convicção que a comprimento o coração não tem outro
deseje, mas pias no charme solitário com o qual amplia isto tal um
senso de arrebatador e exultando delícia.
A entrevista entre nossos amantes era, por conseguinte, não muito tempo. O segredo
dos corações deles/delas sendo agora conhecido, cada sentido ansioso se aposentar, e para
olhe com o ecstacy de um avaro no delicioso acumule que a cena
nós há pouco descrevemos tinha criado. Jane não chegou a casa até o
devoções de noite da família acabaram, e esta foi na primeira vez
ela já teve, para o conhecimento deles/delas, estado ausente deles antes. Agüentado
fora pela força do que há pouco tinha acontecido, ela estava procedendo até
o próprio quarto dela, depois de chegar a casa, quando Sr. Sinclair que tinha observado
a ausência dela, desejou que ela seja chamada no desenho-quarto.
"É a primeira negligência", ele observou, "de um dever necessário, e isto
estaria errado em eu deixar isto passar sem mostrar isto pelo menos
para a querida criança como um erro, e sabendo dos próprios lábios dela por que tem
acontecido."
Terror e alarma, assim que poderia ser suposto que surge do
descoberta de culpa secreta, agarrada tão violentamente na criatura jovem,
que ela teve força quase não para entrar no desenho-quarto sem apoio:
a face dela se tornou a imagem de morte, e a armação inteira dela cambaleou e
tremido visivelmente.
"Jane, meu querido, por que você estava hoje à noite ausente de orações?" indagado
o pai dela, com a mansidão habitual dele de maneira.
Esta pergunta, para um que nunca teve contudo sido, no exemplo mais leve,
culpado de falsidade, realmente era um terrível; e especialmente para uma menina
tão extremamente tímido como era este a melhor filha amada dele.
"Papai", ela respondeu afinal, "eu estava fora caminhando; " mas como falou ela