Capítulo 64
furze, estava de pé uma ruína eclesiástica velha, torne cinza de tempo, e respirando
com aquele espírito de devaneio vago mas sonhador do qual pegou o
encanto da estação, a tranqüilidade e a luz dourada da hora,
acessórios que, pela influência deles/delas, deu uma beleza solene para seu mesmo
desolação. Fez lembrar um um pouco da luz que morte próxima
lançamentos na bochecha de mocidade quando ele treacherously anda dentro o macio
e passos silenciosos de declínio--ou bastante de que ainda mais pura luz,
o qual, quando o Christian velho chega ao fim de um bem gastou
vida, acompanhada por paz, e espera, e tranqüilidade, cai como uma glória
na cama dele de morte. A ruína era mas pequeno, uma sobra de um desses
humilhe, mas templos rudes nos quais Deus foi adorado em simplicidade e
paz, longe dos tumultos ruidosos e conflitos sanguinolentos de ambicioso
homem.
Por este doce planalto, e perto da ruína, correu uma trilha que
conduzido para uma aldeia montesa de extensão considerável. Imediatamente atrás do
ruína estava alguns hawthorn grande sobe em árvore, agora branco com flores cujo
fragrância fez para o mesmo ar um luxo, e de de quem filiais veio adiante
essas erupções de melodia de noite na que derramou ternura e tranqüilidade
o coração preocupado. O país se deita encantado ao longe, como seja,
pelo espírito tranqüilo de paz que parecia ter se difundido
em cima da paisagem inteira--foram se transformadas janelas ocidentais em fogo--o
lagos imóveis lustraram como espelhos onde quer que eles pegassem as vigas de
a luz de noite, como fez várias curvas do rio largo que apenas
movido dentro de seus bancos de sinuoso pelos prados abaixo. O sol a
comprimento ficou meio escondido atrás do ápice das colinas ocidentais, assim
que as vigas ricas e deslumbrantes dele só caíram nos planaltos circunvizinhos,
agora iluminou em púrpura, enquanto deixando os vales e mais baixas partes do país
repousar naquela sombra bonita da qual pode ser olhada no
partes mais altas, só pela glória carmesim da luz partindo.