Capítulo 95
abaixo as bochechas pálidas dele. "Eu desejo que eu estivesse em casa!" dito ele. "Eu deixarei tudo
e vai para casa!" O menino só pôs a cabeça dele então nas mãos dele, como ele
sentado no chão, e se viciou em um estouro longo de tristeza.
"Bem", disse um pequeno companheiro varonil-olhando, ainda as lágrimas estavam dentro
os olhos dele, "eu contarei para meu pai isto, de qualquer maneira. Eu sei que ele não me deixará vir
para esta escola qualquer mais. Aqui, Jemmy, é um pedaço de meu pão, talvez isto,
o fará bom."
"Eu não pude provar isto, Frank querido", disse Jemmy; "Deus o abençoa; mas eu
não pôde provar isto."
"Faça", disse o Frank; "talvez vai bate atrás a dor."
"Não me pergunte, Frank querido", disse Jemmy; "Eu pude não comeu isto: Eu sou hurted
intimamente."
"Azar para mim!" exclamou o menino indignado, "se já meus dez dedos do pé vão
escureca este agin de porta escolar. Pelo livin' o fazendeiro, se eles me machadam a
casa para fazer isto, eu correrei fora a meu tio, assim eu vou. Espere, Jemmy, eu vou
seja yit grande; um', seja o Evangelho santificado que é sobre meu pescoço, eu darei
o mesmo masther um shirtful de ossos doloridos, o santo um' minuto santificado
Eu posso fazer isto."
Muitos dos outros meninos declararam que eles se familiarizariam os amigos deles/delas
com a crueldade do mestre para o estudante pobre; mas Jemmy lhes pediu
não fazer assim, e disse que ele foi determinado para devolver para casa o momento
ele deveria poder viajar.
A mulher amedrontada não pôde prevalecer nele buscar uma reconciliação
com o marido dela, embora as expressões dos outros estudantes
a induzido o apertar a isto, até mesmo para solicitação. Jemmy surgiu, e com
dificuldade considerável chegou à casa da Cura, o ache em casa,
e, com lágrimas nos olhos dele, relacionado a ele a conduta cruel do
mestre.
"Muito bem", disse este homem excelente, "eu estou alegre que eu posso aventurar
passeio até onde Coronel B------'para-amanhã de s. Você me tem que acompanhar; para