Capítulo 19
linho que nunca foi alvejado, e os esperou ao lado do Evangelho
o pescoço dele. Esta era ela segunda cura; mas ainda havia um terço para ser
aplicado. Ela adquiriu a cebola maior possível, o qual, tendo cortado em nove,
partes, ela pendurou da árvore de telhado da cabana, depois de ter posto primeiro o
separado separa junto. É suposto que isto tem o poder de
infecção puxando de qualquer amável a si mesmo. Era permitido permanecer
intato, até que a doença passou do bairro, quando isto
é enterrado longe como abaixo na terra como um único homem pode cavar. Isto era
uma terceira cura; mas ainda houve um quarto. Ela pediu emprestado dez asnos'
cabrestos dos vizinhos dela que, em ouvir que eles eram para Phelim
use, prazer particular sentido a obrigando. Tendo obtido estes,
ela os apontou um por um ao pescoço de Phelim, até o número nove,
foi completado. O décimo, ela o vestiu, e com o fim disto em
a mão dela, o conduziu como um asno, nove manhãs, antes de amanhecer, para um
fluxo sul-corrente que lhe obrigaram a que cruzasse. Em fazer isto, dois
condições seriam cumpridas por parte de Phelim; ele era encadernado, em
o primeiro lugar, manter a boca dele enchida, durante a cerimônia, com um
certo fluido que deve ser sem nome: no próximo, estar calado do
momento que ele deixou para casa até o retorno dele.
Sheelah que tem se satisfeito que tudo calculou para a salvar
bem da pequeno-varíola era terminado, sentia aliviado consideravelmente, e
esperado que quem poderia ser infetado, Phelim escaparia. No
manhã quando a última viagem para o rio tinha sido completada, ela
o despachado casa com os cabrestos. Porém, wended de Phelim o modo dele para
copse um pequeno castanho, debaixo da casa onde ele entrelaçou deliberadamente,
os cabrestos junto, e ergueu um balanço-swang, com que ele divertiu
ele até que fome o trouxesse ao jantar dele.
"Phelim, você ladrão inativo, que kep que você cultiva agora fora?"
"Oh; mudher, mudher, gi' eu um pedaço o' arran? (* pão.)