Capítulo 22
Comunhões protestantes. O Governo inglês, debaixo do Tudor,
dinastia, lançou fora sua submissão em coisas eclesiástico para o Santo
Veja. Os soberanos de Inglaterra reivindicaram aquela autoridade de espiritual então
antes exercitado pelo Papa. Daqui em diante, a Igreja não era _in_,
mas _of_ Inglaterra. Se tornou um Ministério das Relações Exteriores, os arcebispos e
bispos que recebem o compromisso deles/delas, ao cuidado de almas, e jurisdição,
do rei, da mesma maneira que os juízes, os oficiais do exército e marinha,,
é comissionado aos circuitos deles/delas, os regimentos deles/delas, e os navios deles/delas.
A Coroa não só é a fonte-cabeça de todo o espiritual
administrativo-poder, mas a Coroa, ajudada depois por seu Conselho, se tornou o
Tribunal final de Atração em todas as disputas sobre doutrina.
A Comunhão Estabelecida, em seu código doutrinal, os Trinta-nove
Artigos que cada clérigo declara ele aceita animo_ de _ex,
afirma aquela "Penitência não é um sacramento do Evangelho." E no
Livro de Sermões que os Artigos ditos recomendam como contendo "bem
e doutrina saudável", nós lemos: "Nós não deveríamos reconhecer nenhum
outro padre para libertação de nossos pecados mas Jesus Christ. * * * Isto
é muito evidente e planície que este hath de confissão auricular não o
autorize da palavra de Deus. * * * Eu não digo mas isso, se qualquer acha
eles aborreceram em consciência, eles podem consertar o instruído deles/delas
cura ou pastor, _or para algum outro man_ instruído religioso, e mostra o
dificuldade e dúvida da consciência deles/delas para eles, que eles podem receber
à mão deles/delas a pomada confortável da palavra de Deus; mas é contra
a verdadeira liberdade Cristã para a que qualquer homem deveria ser ligado o
numerando dos pecados dele, como isto hath sido antes usado pelo tempo de
cegueira e ignorância."[53] está claro que os Artigos e
o Livro de Sermões nega o poder de absolvição e a necessidade de
confissão como condições essenciais, no curso ordinário de coisas,,