Capítulo 24
declare: "A Igreja de Inglaterra, no Vinte-quinto Artigo, afirma
aquela penitência não será contada para um sacramento do Evangelho, e,
como julgado pelos formulários dela, não sabe nenhuma tal palavra como Sacramental
Confissão." E nesta mesma declaração, fazendo um comentário sobre os dois
exemplos em que o Livro de Oração Comum recomenda buscar a ajuda
de um clérigo, é disse: Porém, "assim provisão especial não faz
autorize os ministros da Igreja para requerer, de qualquer que pode,
recorra a eles abrir a aflição deles/delas, um particular ou detalhado
enumeração dos pecados deles/delas; ou requerer confissão privada previamente
para receber a sagrada comunhão; ou ordenar, ou até mesmo encoraja, qualquer
prática de confissão habitual para um padre; ou ensinar aquele tal
prática de confissão habitual, ou o ser sujeito ao que foi
termed a direção de um padre, é uma condição de atingir o
vida espiritual mais alta." Sem dúvida a maior maioria do clero e
laity endossam, coração e alma, esta declaração.
Todavia estas expressões vocais claras em Convocação, as curas jovens
e os vigários levaram a eles autoridade, e começou a ouvir confissão
e pronuncia absolvição. Estes cavalheiros nunca tinham estado preparados para
o trabalho: no curso deles/delas de estudos eclesiásticos a audição de
confissões e os perdoando de pecado nunca foram contemplados; eles
tido que obter o conhecimento deles/delas em uso dos manuais entre católico
padres. Os bispos deles/delas nem vão nem poderiam lhes dar autoridade;
e assim estes clérigos se tornaram uma autoridade a eles, e declarou
eles tiveram poder para perdoar pecado, somente porque eles foram ordenados
padres. Tal uma pretensão não pôde ser feita por qualquer padre ou bispo
da Igreja católica, porém válido pode ser as ordens dele. Para o
poder sacramental de ordens deve ser somado autoridade jurídica para
perdoe. Isto, na economia divina, como será mostrado depois, é o
meios por meio de que o exercício de tal um poder pode ser controlado propriamente.