Capítulo 10
ROS.
Ev'n como pensei eu, algum infeliz infeliz pobre,
Através de injustiça de homem, miserável, unrevenged, como eu!
Não, tanto pior que eu, como por essas cadeias
Clipt dos meios de ego-vingança nesses
Que se deitam nele o que eles merecem. E eu,
Que escarneceu Céu um pequeno tempo atrás
Com verter toda sua ira em minha cabeça--
Ai! como ele que pegou a casca de refugo
Disso que outro bragg de alimentar em,
Aqui é um que do refugo de minhas tristezas
Poderia juntar todo o banquete que ele deseja!
Alma pobre, alma pobre!
PÍFARO.
Fale abaixe--ele o ouvirá.
ROS.
E se ele deve, isso que então? Por que, se ele vai,
Ele não me pôde prejudicar--Não, e se ele pudesse,
Methinks eu aventuraria algo de uma vida
Eu me preocupo tão pequeno para--
SEG.
Quem é isso? Clotaldo? Que é você, eu digo,
Que, aventurando nestes pedras proibidas,
Tenha iluminado em minha vida miserável,
E sua própria morte?
ROS.
Você não me, seguramente, feriria?
SEG.
Não eu; mas esses que, passe a ferro como a cadeia
Em qual eles me matam com uma morte prolongada,
O matará com um súbito--Quem é você?
ROS.
Um estranho de pela montanha lá,
Quem, tendo se perdido nesta terra estranha,
E vindo noturno, atraiu para cá ao que parece
Uma habitação humana escondida nestes pedras,
E onde a voz de tristeza humana logo
Lhe falado era assim.
SEG.
Sim? Mas mais próximo--mais próximo--
Que por este suplemento esfumaçado de dia
Mas para um momento posso ver eu que fala
Assim pitifully docemente.
PÍFARO.
Tome cuidado! tome cuidado!
ROS.
Ai, o homem pobre que eu, eu tão desamparado,
Poderia o ajudar melhor que por piedade estéril,
E minha presença pobre--
SEG.
Oh, poder que é tudo!
Mas que--alguns momentos pobres--e, ai!
As mesmas felicidades de ter, e o medo