Capítulo 22
Daquele flash de sumário de liberdade feliz
Remetido--e para sempre--para a cadeia dele!
O qual tanto menos, se na fase de glória
Entre e saiu por tal uma porta
De sono como faz um sonho de tudo entre.
EST.
Oh resposta bondosa, Senhor, questionar isso
Para cortesia caridosa menos sábio
Poderia pedir perdão bastante! Eu devo agora
Alegremente, isso que, uninstructed, lealmente,
Eu deveria ter esperado.
AST.
Sua Alteza não me duvida,
Nem como meu coração segue o lábios de meu primo,
Qualquer modo a queda de equilíbrio duvidosa,
Ainda leal a sua licitação.
OMNES.
Assim diga tudo.
REI.
Eu esperei, e esperou, de tudo nenhum menos--
E seguramente nenhum soberano já precisou mais
De tudo que devem amor ou lealdade por ele.
Para isso que um dilema de tempo no que eu estou de pé,
Quando para este assunto não só eu trago
Meu filho seu Príncipe, mas e'en eu seu Rei:
E, modo de whichsoever para ele isto volta,
De menos que pequeno honour para mim.
Para se esta tentativa próxima justifica
Meu retendo assim de meu filho o direito dele,
Não é o próprio juiz justificado dentro
A vergonha do pai? E se o juiz provasse erradamente,
Meu filho retendo assim muito tempo do direito dele,
Vergonha e remorso para julgar e gerar ambos:
A menos que remorso e vergonha se afoguem junto
Tendo o que eu arremessei para inútil achado.
Mas vem--já cansado com sua viagem,
E doente refresque por esta história estranha,
Até as horas que tira o sol de céu
Nos una à tábua habitual,
Cada para a vários câmara dele: você para descansar;
Eu para inventar melhor com Clotaldo velho
O método de uma coisa mais estranha que velho
Tempo tem um contudo entre os registros dele contados.
Exeunt.
ATO II
CENA eu--UM Trono-quarto no Palácio. Música dentro.
(Entre no Rei e Clotaldo, enquanto conhecendo um Deus esperando)